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SUMMARY:Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada
DESCRIPTION:Com obras expostas no Inhotim e bem recebidas em mostras solos e coletivas em grandes cidades como São Paulo\, Londres e Nova Iorque\, o artista Aislan Pankararu terá pela primeira vez um conjunto de seu trabalho em exposição na Bahia. Em “Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada”\, com curadoria de Brás Moreau Antunes\, 10 pinturas inéditas estarão reunidas juntamente com “A Redescoberta”\, trabalho gigantesco que representou sua premiação no XV Prêmio PIPA de Arte Contemporânea\, em 2024. Este será exibido em confluência com obras de dois importantes artistas soteropolitanos: Alberto Pitta e Carlinhos Brown\, numa conversa que une potências de forças ancestrais. A Casa Rosa abre a mostra em evento público no dia 6 de fevereiro\, às 19h\, tendo visitação gratuita até 16 de março\, de terça a domingo\, das 13h às 19h. \nAislan Pankararu é originário do povo indígena Pankararu e nasceu em 1990 em Petrolândia\, interior do estado de Pernambuco. É pintor\, escultor\, artista visual e médico\, formado pela Universidade de Brasília. Reconhecido como um dos mais importantes jovens artistas plásticos brasileiros\, está vivendo seu retorno ao Nordeste\, depois de morar em diferentes lugares do Brasil\, e se estabelece a partir de agora na capital baiana. \n“As obras da exposição foram criadas em 2024\, numa linha de trabalho que durante um tempo me privei de fazer: o trabalho com cores. No retorno ao Nordeste\, em contato com Salvador e a Baía de Todos os Santos\, voltei a me sentir confortável com o colorido intenso\, que expressa tudo que essa região representa para mim”\, conta Aislan Pankararu. “Então existe um conforto\, uma celebração desse lugar\, da minha origem\, do bioma que é cenário de minha vida: a caatinga\, que está em meu DNA. Também tem a bagagem da medicina\, e não só a medicina da academia\, mas também aquela resguardada em minha ancestralidade\, ligada a um outro universo. É a beleza de juntar tudo isso\, é uma experiência intuitiva e regenerativa. É preciso renordestinizar!”\, completa ele. \n“A pintura de Aislan habita outras dimensões\, talvez de número complexo\, é uma visualização totalmente mágica para um olhar condicionado. São como fagulhas em uma noite escura: não revelam absolutamente nada da infinitude\, mas pequenos vislumbres que permitem-nos perceber que existe muito mais diante de nós\, da vida\, do que aquilo que podemos estar acostumados a ver”\, descreve o curador Brás Moreau Antunes\, que continua: “Àqueles próximos\, um preenchimento e compreensão total; aos que se aproximam\, uma aparição revolucionária\, de perspectiva reversa – ao mesmo tempo micro e macro\, muito além da estrutura cartesiana. Algo que somente a conexão da ancestralidade originária é capaz de evocar”. \nA exposição “Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada” representa um caloroso abraço em toda esta trajetória e as boas-vindas a Salvador\, celebrando a criação livre e solar de Aislan Pankararu. Na Galeria da Casa Rosa\, no térreo\, estará “A Redescoberta”\, pintura sobre tecido de 6\,10 por 3\,80 metros\, que foi exposta no Paço Imperial do Rio de Janeiro\, na mostra Prêmio PIPA 2024. Diante dela\, trabalhos visuais de Alberto Pitta e Carlinhos Brown apresentam uma conexão estética pelo uso de cores vibrantes e da fluidez entre o figurativo e o abstrato\, mas também conjugam a dimensão afetiva: dos encontros e das trocas férteis. No 1º andar\, 10 obras produzidas na Bahia\, todas com 60 por 90 centímetros\, enchem de cores uma rota em espiral\, com títulos como “Força da caatinga”\, “Inflamação sertaneja”\, “Cura pela água salgada”\, “O poder do semiárido” e “Voltei\, Nordeste\, meu amor”. \nCaatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada\nExposição de Aislan Pankararu\nCuradoria: Brás Moreau Antunes\nAbertura: 6 de fevereiro de 2025 (quinta-feira)\, 19h\nVisitação: 7 de fevereiro a 23 de março\, terça a domingo\, 13h às 19h\nRecesso de carnaval de 1º a 5 de março\nOnde: Galeria da Casa Rosa\nPraça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia\nQuanto: Entrada franca
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SUMMARY:Monocontos – Elas Fantasiam o Tempo
DESCRIPTION:Uma árvore enraíza saberes\, três mulheres tecem histórias e reverenciam suas ancestralidades\, o místico e o feminino: estes são os fundamentos do espetáculo “Monocontos – Elas Fantasiam o Tempo”. Dirigido por Ridson Reis e com dramaturgia de Elisio Lopes Jr.\, a montagem do Coletivo Meio Tempo se desenrola ao redor de uma árvore de macramê\, e convida o público a entrar nesse terreiro de memórias e histórias. Ao longo da atividade tecelã\, as personagens refletem o destino dos seres humanos e revistam as histórias de importantes personalidade femininas negras. Mais do que um espetáculo\, “Monocontos” é uma experiência imersiva\, onde os sentidos são aguçados e outras formas de escuta são ativadas. \nO espetáculo é a ação que encerra o projeto Caravana do Meio Tempo\, contemplado pelo edital Gregórios – Ano III\, com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador e da Lei Paulos Gustavo\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. \nMonocontos – Elas Fantasiam o Tempo \nQuando: 14 a 30 de março de 2025\nSextas e sábados\, 20h\nDomingos\, 19h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: Livre \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Cajá - Ressaca de Carnaval
DESCRIPTION:Depois de um pré-carnaval encantando o público com o que de melhor tem na música festiva da Bahia e do Brasil\, a Cajá volta à Casa Rosa para a ressaca da folia no dia 14 de março (sexta-feira)\, às 22h. Nova e vibrante formação musical de Salvador\, a banda enche de cor e brilho os ritmos populares brasileiros\, executados com toda competência em performance enérgica e cativante. Ingressos estão à venda pela Sympla. \nCriada em 2024\, a Cajá faz festa contemporânea e autêntica\, que resgata traços importantes da tradição musical da canção desde a década de 1970 até a atualidade\, incluindo composições autorais em seu repertório. Da psicodelia setentista ao carnaval baiano\, cria uma atmosfera que eleva os pés do chão e põe os corações nas nuvens. Delícia tropical\, memórias afetivas\, alegria e muito axé. \nComposta por experientes músicos baianos\, a Cajá é Bruno Aranha (teclado)\, Carla Suzart (baixo)\, Victor Brasil (bateria)\, Tarcísio Santos (guitarra) e Guigga (voz). \nCAJÁ – RESSACA DE CARNAVAL\nQuando: 14 de março de 2025 (sexta-feira)\nAbertura da Casa: 21h\nInício do show: 22h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto:\n1º lote: R$ 40 | R$ 28 (Clube Correio*)\n2º lote: R$ 50 | R$ 35 (Clube Correio*)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: 18 anos
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SUMMARY:Visitas guiadas: Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada
DESCRIPTION:Aberta em fevereiro\, a exposição “Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada”\, do premiado artista pernambucano Aislan Pankararu\, segue até 23 de março na Casa Rosa\, com visitação de terça a domingo\, das 13h às 19h. A mostra\, que tem curadoria de Brás Moreau Antunes\, também inclui obras de Alberto Pitta e Carlinhos Brown\, num diálogo de visualidades vibrantes e forças ancestrais\, contando com recurso de audiodescrição e ocupando um espaço com acessibilidade arquitetônica. Uma agenda especial acontece nesta reta final: no dia 15 de março (sábado)\, visitas guiadas com tradução em Libras são oferecidas em dois horários\, às 15h e às 17h. Toda a programação é gratuita. \nNascido em 1990 e premiado no XV Prêmio PIPA de Arte Contemporânea em 2024\, Aislan Pankararu tem obras expostas em espaços renomados\, como o Inhotim\, e bem recebidas em mostras solos e coletivas em grandes cidades como São Paulo\, Londres e Nova Iorque. É pintor\, escultor\, artista visual e médico\, formado pela Universidade de Brasília. Originário do povo Pankararu\, seu nome vem ecoando com reconhecimento e destaque no circuito das artes visuais do Brasil. Depois de morar em diferentes lugares do país\, ele se estabelece agora na capital baiana\, e esta exposição representa um abraço de boas-vindas. \n“As obras da exposição foram criadas em 2024\, numa linha de trabalho que durante um tempo me privei de fazer: o trabalho com cores. No retorno ao Nordeste\, em contato com Salvador e a Baía de Todos os Santos\, voltei a me sentir confortável com o colorido intenso\, que expressa tudo que essa região representa para mim”\, conta Aislan Pankararu. “Então existe um conforto\, uma celebração desse lugar\, da minha origem\, do bioma que é cenário de minha vida: a caatinga\, que está em meu DNA. Também tem a bagagem da medicina\, e não só a medicina da academia\, mas também aquela resguardada em minha ancestralidade\, ligada a um outro universo. É a beleza de juntar tudo isso\, é uma experiência intuitiva e regenerativa. É preciso renordestinizar!”\, completa ele. \nNa Galeria da Casa Rosa\, no térreo\, está a imponente “A Redescoberta”\, pintura sobre tecido de 6\,10 por 3\,80 metros\, que foi exposta no Paço Imperial do Rio de Janeiro\, na mostra Prêmio PIPA 2024. Diante dela\, trabalhos visuais de Alberto Pitta e Carlinhos Brown apresentam uma conexão estética pelo uso de cores e da fluidez entre o figurativo e o abstrato. No 1º andar\, 10 obras inéditas\, produzidas na Bahia\, todas com 60 por 90 centímetros\, enchem de vitalidade uma rota em espiral\, com títulos como “Força da caatinga”\, “Inflamação sertaneja”\, “Cura pela água salgada”\, “O poder do semiárido” e “Voltei\, Nordeste\, meu amor”. \n \nCaatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada\nExposição de Aislan Pankararu\nCuradoria: Brás Moreau Antunes\nArtistas convidados: Alberto Pitta e Carlinhos Brown\nVisitação: Até 23 de março\, terça a domingo\, 13h às 19h\nOnde: Galeria da Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: Entrada franca\nAcessibilidade: Recurso de audiodescrição das obras e arquitetura acessível \nPROGRAMAÇÃO ESPECIAL\nVisitas guiadas com tradução em Libras\nQuando: 15 de março (sábado)\, 15h e 17h
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SUMMARY:Cacau & Chocolate Brasil
DESCRIPTION:Um evento sensorial e imersivo para descobrir o cacau brasileiro em Salvador. No dia 16 de março\, a Casa Rosa será palco de uma experiência única que une gastronomia\, cultura\, design\, literatura\, turismo de experiência\, sustentabilidade e arte. O evento Cacau & Chocolate Brasil: Cultura\, História e Sabores convida participantes a uma jornada pelos sentidos\, explorando o chocolate brasileiro em sua forma mais autêntica. \nO encontro será conduzido por Juliana Ustra\, engenheira química e especialista no mercado de cacau e chocolate desde 2010. Criadora da Expedição Cacau e Chocolate do Brasil\, Juliana percorre o país estudando e divulgando a riqueza do cacau nacional\, conectando produtores\, marcas e consumidores a um universo sustentável e inovador. \nO que esperar do evento?\nDegustação guiada e sensorial – Uma experiência que explora as origens e terroirs do cacau brasileiro\, com chocolates bean to bar e tree to bar cuidadosamente selecionados.\nBate-papo cultural – Reflexões sobre a história do cacau\, sua relação com a brasilidade\, literatura e arte.\nSustentabilidade e saudabilidade – Como o chocolate brasileiro está conectado à preservação da Amazônia e da Mata Atlântica.\nBranding\, design e storytelling – Como o chocolate nacional se posiciona no mercado e constrói uma identidade única. \nQuem deve participar?\nO evento é ideal para apaixonados por gastronomia autêntica\, experiências sensoriais\, histórias envolventes e cultura brasileira. Uma oportunidade imperdível para explorar a riqueza do cacau nacional de forma inovadora e envolvente. \nSobre Juliana Ustra\nJuliana Ustra é especialista no mercado de cacau e chocolate brasileiro desde 2010. Engenheira química com pós-graduação em storytelling e escrita criativa para negócios\, é idealizadora do projeto Expedição Cacau e Chocolate do Brasil\, onde explora a produção de chocolates bean to bar e tree to bar pelo país\, promovendo experiências sensoriais e conteúdo especializado sobre a cadeia produtiva do cacau. \nCacau & Chocolate Brasil: Cultura\, História e Sabores\nQuando: 16 de março de 2025 (domingo)\, 17h30 às 19h30\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 100 por participante\nReservas somente antecipadas\nGaranta sua vaga pelo WhatsApp: 53 99102-4514\nInstagram: @chocolatenobrasil\nBlog: chocolatenobrasil.blogspot.com.br\nLinkedIn: Juliana Recuero Ustra
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SUMMARY:Lançamento de catálogo\, filme e bate-papo: Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada
DESCRIPTION:Aberta em fevereiro\, a exposição “Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada”\, do premiado artista pernambucano Aislan Pankararu\, será estendida por mais uma semana e seguirá até 23 de março na Casa Rosa\, com visitação de terça a domingo\, das 13h às 19h. A mostra\, que tem curadoria de Brás Moreau Antunes\, também inclui obras de Alberto Pitta e Carlinhos Brown\, num diálogo de visualidades vibrantes e forças ancestrais\, contando com recurso de audiodescrição e ocupando um espaço com acessibilidade arquitetônica. No dia 18 de março (terça-feira)\, acontece o lançamento do catálogo da exposição\, que reúne fotos e textos inéditos\, assinados pelo artista e pelo curador e também por Ailton Krenak\, Bia Pankararu\, Carlinhos Brown\, Juliana Crispe\, Felipe Tuxá e Leandro Bulhões. A publicação será celebrada com a exibição do filme “Rama Pankararu”\, às 17h\, e um bate-papo com o artista e convidados\, às 19h – Aislan Pankararu se une a Bia Pankararu\, produtora cultural e audiovisual\, protagonista e corroteirista do filme\, e Felipe Tuxá\, doutor em Antropologia Social e professor de Etnologia Indígena na Universidade Federal da Bahia\, para um encontro de protagonismo indígena. Toda a programação é gratuita. \nNascido em 1990 e premiado no XV Prêmio PIPA de Arte Contemporânea em 2024\, Aislan Pankararu tem obras expostas em espaços renomados\, como o Inhotim\, e bem recebidas em mostras solos e coletivas em grandes cidades como São Paulo\, Londres e Nova Iorque. É pintor\, escultor\, artista visual e médico\, formado pela Universidade de Brasília. Originário do povo Pankararu\, seu nome vem ecoando com reconhecimento e destaque no circuito das artes visuais do Brasil. Depois de morar em diferentes lugares do país\, ele se estabelece agora na capital baiana\, e esta exposição representa um abraço de boas-vindas. \n“As obras da exposição foram criadas em 2024\, numa linha de trabalho que durante um tempo me privei de fazer: o trabalho com cores. No retorno ao Nordeste\, em contato com Salvador e a Baía de Todos os Santos\, voltei a me sentir confortável com o colorido intenso\, que expressa tudo que essa região representa para mim”\, conta Aislan Pankararu. “Então existe um conforto\, uma celebração desse lugar\, da minha origem\, do bioma que é cenário de minha vida: a caatinga\, que está em meu DNA. Também tem a bagagem da medicina\, e não só a medicina da academia\, mas também aquela resguardada em minha ancestralidade\, ligada a um outro universo. É a beleza de juntar tudo isso\, é uma experiência intuitiva e regenerativa. É preciso renordestinizar!”\, completa ele. \nNa Galeria da Casa Rosa\, no térreo\, está a imponente “A Redescoberta”\, pintura sobre tecido de 6\,10 por 3\,80 metros\, que foi exposta no Paço Imperial do Rio de Janeiro\, na mostra Prêmio PIPA 2024. Diante dela\, trabalhos visuais de Alberto Pitta e Carlinhos Brown apresentam uma conexão estética pelo uso de cores e da fluidez entre o figurativo e o abstrato. No 1º andar\, 10 obras inéditas\, produzidas na Bahia\, todas com 60 por 90 centímetros\, enchem de vitalidade uma rota em espiral\, com títulos como “Força da caatinga”\, “Inflamação sertaneja”\, “Cura pela água salgada”\, “O poder do semiárido” e “Voltei\, Nordeste\, meu amor”. \nFilme “Rama Pankararu” – Estreado em 2022\, “Rama Pankararu” é um filme premiado sobre a resistência da comunidade indígena Pankararu\, localizada no sertão de Pernambuco. O longa-metragem\, dirigido por Pedro Sodré\, é do gênero “cinema-verdade”\, ou seja\, ficção ancorada na realidade e com elenco também de pessoas reais que representam seus próprios personagens. Esta ideia foi facilitada pelo encontro com Bia Pankararu\, indicada para o trabalho de produção\, mas que logo passou a ser protagonista e corroteirista do filme. Mulher indígena\, sertaneja\, mãe\, LGBTQ+\, produtora cultural e audiovisual\, Bia é também ativista pelos direitos humanos e ambientais e comunicadora da Rede Povo Pankararu. \n“Rama Pankararu” narra a história de uma jornalista que sai do Rio de Janeiro para cobrir um incêndio criminoso em uma escola da localidade\, após as eleições de 2018. O incêndio foi real e aconteceu na comunidade Bem Querer de Baixo\, no município de Jatobá\, durante a apuração do segundo turno da eleição presidencial que elegeu Jair Bolsonaro. Além da escola\, um posto de saúde também foi incendiado em retaliação à luta pelo direito à terra e à vida do povo Pankararu. \nCaatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada\nExposição de Aislan Pankararu\nCuradoria: Brás Moreau Antunes\nArtistas convidados: Alberto Pitta e Carlinhos Brown\nVisitação: Até 23 de março\, terça a domingo\, 13h às 19h\nOnde: Galeria da Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: Entrada franca\nAcessibilidade: Recurso de audiodescrição das obras e arquitetura acessível \nPROGRAMAÇÃO ESPECIAL\n18 de março (terça-feira)\n17h: Exibição do filme “Rama Pankararu”\n19h: Lançamento do catálogo e bate-papo com Aislan Pankararu\, Bia Pankararu e Felipe Tuxá
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SUMMARY:Mínimos Óbvios
DESCRIPTION:Com artistas e pesquisadores de grande renome\, tanto nacional quanto internacional – como Ciro Barcelos (Dzi Croquettes)\, Edy Star (The Rock Horror Show); Lawrence La Fountain-Stokes (Universidade de Michigan)\, Steven Fred Butterman (Universidade de Miami); Rodolfo García Vásquez\, autor e diretor d’Os Satyros (SP Escola de Teatro)\, Newton Moreno\, entre outros –\, o festival científico-cultural “Mínimos Óbvios”\, uma das importantes ações da companhia artística ATeliê voadOR\, desde a sua fundação em 2002\, chega à sua terceira edição em 2025\, tendo como mote o “Teatro a uma voz”. \nCom uma programação totalmente gratuita\, o evento ocorre entre 17 e 21 de março\, na FACOM\, na Universidade Federal da Bahia\, e na Casa Rosa\, no Rio Vermelho. Esta edição tem o apoio da Capes\, através do Edital PAEP. A partir de 2025\, o “Mínimos Óbvios” se pretende um evento anual de celebração da contribuição da comunidade LGBT+ para o teatro – no passado e no presente. \n“O Festival é uma plataforma que cria novas oportunidades de visibilidade e afirmação para artistas e obras teatrais existentes e emergentes queer sub-representadas\, e a celebração das diversas vidas\, experiências e histórias de artistas\, público e comunidade”\, afirma um dos idealizadores\, o professor e pesquisador Djalma Thürler\, também integrante fundador da ATeliê voadOR\, que\, junto com Duda Woyda\, Talis Castro e Leandro Colling\, organiza esta edição. \nFestivamente queer\nEm parceria com o NuCuS (Núcleo de Pesquisa e Extensão em Cultura e sexualidade)\, da UFBA\, “Mínimos Óbvios” é inspirado em festivais como o National Queer Theater e o Dublin Gay Theatre Festival. Sintonizados com o que vem ocorrendo no Brasil e no mundo\, vide a proposta do Masp/SP para 2024\, cuja programação foi dedicada às histórias LGBT+ ao redor do mundo e suas conexões com a cultura\, o objetivo do “Mínimos Óbvios – Ano 3” é fomentar e impulsionar o crescimento da pesquisa e dos setores criativos LGBT+\, oferecendo momentos de reflexão\, celebração e\, em alguns casos\, de destruição\, “à medida em que olhamos para trás para honrar as nossas histórias queer e\, para a frente\, para forjar caminhos para o nosso futuro queer”\, afirma Djalma Thürler. \nProgramação\nA abertura será dia 17 de março\, às 19h\, no Auditório da Faculdade de Comunicação (UFBA)\, em Ondina\, com a Conferência “O que o queer tem a ver com isso? Queernormatividade e Heterobrasilidade na Exposição Queermuseu”\, que tem como convidado especial o professor titular de Línguas e Literaturas Modernas e diretor de Estudos Luso-Afro-Brasileiros da Universidade de Miami\, Steven Fred Butterman\, reconhecido internacionalmente e que tem publicado extensivamente nas áreas de estudos de gênero\, culturais\, imigração\, literários\, teoria e estudos diaspóricos queer. \nEm 2021\, Butterman publicou um terceiro livro\, intitulado “Queering & Querying the Paradise of Paradox: LGBT+ Language\, New Media & Visual Cultures in Modern-Day Brazil”\, examinando desenvolvimentos sociopolíticos recentes nos movimentos sociais para promoção de direitos humanos para minorias sexuais no Brasil. A Conferência de abertura é baseada neste livro. \nAlém deste livro\, o pesquisador já publicou “Perversions on Parade: Brazilian Literature of Transgression and Postmodern Anti-Aesthetics in Glauco Mattoso” (2005)\, em que analisa a produção cultural “marginal” sob a ditadura militar do Brasil (1964-1985); e “(In)visibilidade vigilante: Representações midiáticas da maior parada gay do planeta”\, uma análise para entender a seguinte contradição: o Brasil “palco” da maior parada do orgulho gay do planeta\, é também o país com maior número de crimes de ódio perpetrados contra cidadãos identificados como LGBT. \nApós esta ação\, a programação do “Mínimos Óbvios” vai para a Casa Rosa. No dia 19\, às 19h\, o festival contará com as presenças dos multiartistas Ciro Barcelos e Edy Star\, que participarão da segunda conferência intitulada “Teatro Fora da Curva”\, para falarem sobre o teatro que fizeram nos anos 70 e que não estão nos livros de história do teatro brasileiro. \nCiro Barcelos\, bailarino\, coreógrafo\, ator e cantor\, fez parte do elenco original do icônico Dzi Croquettes\, grupo com características de teatro musical\, com doses de deboche e humor\, que questionava os padrões de gênero. Já Edy Star é um multiartista baiano de Juazeiro que integrou o programa “A Hora da Criança”\, na Rádio Sociedade da Bahia; participou do disco “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista”\, com Raul Seixas\, Sérgio Sampaio e Miriam Batucada; e lançou em 2024 o filme “Antes que me esqueçam” e o livro “Eu só fiz viver: a história oral desavergonhada de Edy Star”. \nNo dia 20 de março\, também na Casa Rosa\, às 19h\, ocorre a primeira “Long Table”\, uma mesa de jantar em que o prato principal é a conversa que reunirá artistas e pesquisadores sobre o tema “A cena LGBT e o teatro brasileiro”\, uma reflexão sobre estratégias e grupos de diferentes momentos históricos da cena LGBT no teatro brasileiro. Participam Alberto Ferreira da Rocha Junior (UFSJ); Newton Moreno\, cofundador do grupo Os Fofos Encenam (São Paulo); Denni Sales (PPGAC/UFBA); Márcia Dailyn\, atriz d’Os Satyros e primeira bailarina travesti do Teatro Municipal de São Paulo (Os Satyros/SP); e Djalma Thürler (UFBA). \nA segunda “Long table”\, no dia 21 de março\, às 09h30\, girará em torno do tema “Existe um teatro de autoria queer? As lokas e a estética do teatro”\, em que os artistas e pesquisadores convidados falarão sobre a construção de um “teatro de autoria queer” no Brasil\, especialmente\, durante o decênio 2000-2010\, e uma reflexão interdisciplinar entre o movimento queer e o teatro contemporâneo. Participam desta mesa Rodrigo Dourado (UFPE)\, Leandro Colling (UFBA)\, Lawrence La Fountain-Stokes (Universidade de Michigan)\, Rodolfo García Vásquez (SP Escola de Teatro/Os Satyros)\, Duda Woyda (CNPq/UFBA)\, Georgenes Isaac (PPGAC/UFBA) e Igor Epifânio (Pós-Cultura/UFBA). \nPara encerrar festivamente\, o “Mínimos Óbvios” realiza na noite do dia 21 de março\, a partir das 20h\, no Gambiarra Boteco\, a CARNAVALIZAÇÃO\, um espaço para a festa do encontro\, de integração e intercâmbio entre todos os atores envolvidos: convidados\, público e os profissionais locais. Além de cenas pop-ups pensadas especialmente para esta edição. É um espaço democrático para a participação popular e de improviso\, incluindo performances induzidas pela produção. O Gambiarra fica na Rua Alagoinhas\, nº 56\, no Rio Vermelho.
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SUMMARY:Quinta da Casa: Nariz de Cogumelo
DESCRIPTION:27 de março é o Dia Nacional do Circo e a Casa Rosa celebra a data no projeto “Quinta da Casa”\, com o grupo Nariz de Cogumelo em seu “Cabaré Show de Calouros”. O espetáculo de variedades tem como mola propulsora a união de artistas de multilinguagens\, que buscam experimentar o humor e o circo para adultos. Nesta edição especial\, Geovane Nascimento\, Guti Nery\, Igor Epifânio\, Julieta Kapa\, Karol Senna e Maurício Oliveira são os artistas convidados. A apresentação acontece no Teatro Cambará e começa às 20h\, com ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, à venda pela Sympla. O espaço tem acessibilidade arquitetônica e a peça terá tradução em Libras. \nFormado por Viviane Abreu\, Luiza Bocca\, Larissa Oliveira\, Laili Flórez\, Diogo Flórez e Pedro Vieira\, o Nariz de Cogumelo é referência na Bahia em palhaçaria feminina e arte de rua. São 18 anos de existência como grupo independente que se autoproduz e desenvolve sua pesquisa através de ações de diferentes configurações. \nO “Cabaré Show de Calouros” é uma celebração da arte\, reunindo um grande elenco\, diverso e talentoso\, que traz à vida números únicos e irreverentes\, inspirados na estética dos clássicos shows de calouros. Uma viagem divertida ao universo dos anos 1980 e aos programas televisivos de habilidades e virtuoses. O erro\, o fracasso e o ridículo são exaltados através da graça da palhaçaria\, a magia do circo se entrelaça com personagens exuberantes e a banda ao vivo surpreende a plateia com músicas emblemáticas\, imprimindo o ritmo e atmosfera do espetáculo. Artistas então revelam suas habilidades mais inesperadas e assim arrancam risos da plateia. Outro ponto de destaque é o diálogo e a interação com o público\, que torce e se emociona junto com o elenco. \nO “Quinta da Casa”\, neste ano de 2025\, foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador\, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. Lançado em novembro de 2023\, o projeto inclui na agenda regular do Teatro Cambará da Casa Rosa uma diversa programação de espetáculos\, de variadas linguagens artísticas\, que vêm movimentando a capital baiana\, numa iniciativa de difusão do trabalho da nova cena local. Em 2025\, serão 20 edições realizadas\, com programação montada através de seleção pública que contabilizou 194 propostas inscritas\, ofertando a estrutura da Casa Rosa e apoio financeiro para os artistas e grupos participantes. \nQuinta da Casa apresenta:\nNariz de Cogumelo & artistas convidados\n“Cabaré Show de Calouros”\nQuando: 27 de março de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nAcessibilidade: Arquitetura acessível e tradução em Libras\nClassificação indicativa: 18 anos \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Culinária Musical
DESCRIPTION:A próxima edição do projeto Culinária Musical será dia 6 de abril (domingo)\, em um novo espaço: a Casa Rosa. Espaço dedicado a atividades artísticas e culturais de variadas linguagens e origens\, a Casa vai receber pela primeira vez o projeto do Afrochefe Jorge Washington\, das 12h às 17h\, mesmo horário tradicional do evento que costuma acontecer no Pelourinho. \nSegundo o Afrochefe\, a mudança nesta edição tem o intuito de abraçar novos públicos. “Queremos que o Culinária cresça cada vez mais\, expandindo seu alcance em outros bairros\, chegando a outras pessoas”\, diz Jorge Washington\, que\, na mais recente edição\, em 9 de março\, celebrou os 8 anos do projeto. \nNeste dia 6 de abril\, a atração principal será a cantora e compositora Juliana Ribeiro\, com repertório de clássicos do samba\, canções autorais e uma homenagem especial ao samba de Roda do Recôncavo. Seu convidado especial será o sambista\, cantor\, compositor e arranjador\, Roberto Mendes\, violonista santamarense que já teve composições gravadas por diversos artistas\, entre os quais Gal Costa\, Margareth Menezes\, Daniela Mercury\, Maria Creuza\, Simone Moreno\, Raimundo Sodré e Zezé Motta. \nNos intervalos\, o cantor e compositor baiano João Gonzaga vai se apresentar ao público do Culinária pela segunda vez\, com seu figurino de “Pescador Estilizado” e uma mistura de interpretações de clássicos da MPB\, como “Sangue Latino”\, de Ney Matogrosso\, e “Casa Aberta”\, de Milton Nascimento\, em versões remix. \nNa cozinha\, Jorge vai preparar a tradicional Big Feijoada do Afrochefe\, com 35 tipos de carne. Terá ainda outras opções como arrumadinho de fumeiro e a opção vegana\, feijão com legumes. De aperitivos\, serão servidos casquinha de siri\, charque com farofa d’água e aipim frito.   \nA edição também terá lançamento do livro “A de Afro – Uma Pequena Enciclopédia Visual da Bahia Negra””\, produzido pelo ilustrador Patek e pela pedagoga Isadora Cruz com objetivo de homenagear 26 personalidades\, coletivos\, territórios\, manifestações e tradições culturais do estado da Bahia. E\, inovando\, também terá espaço reservado para crianças. \nDesfile: Para esta edição especial na Casa Rosa\, o Afrochefe convidou a marca Negrif para o Desfile Afro. A marca\, da estilista Madalena Silva\, Madah\, é especializada em roupas e acessórios que celebram a cultura afro\, com peças únicas que valorizam a história e a beleza negra. O Desfile terá a participação de personalidades como Magary Lord e o coreógrafo Zebrinha\, dentre outros nomes. \nCULINÁRIA MUSICAL\nQuando: 6 de abril de 2025 (domingo)\, 12h às 17h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto:\nEntrada:\nR$ 40 (antecipado no Pix 71 992417068\, envio de comprovante para este número)\nR$ 50 (bilheteria no dia do evento)\nPratos:\nR$ 80 (para 2 pessoas)\nClassificação indicativa: Livre
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SUMMARY:Quinta da Casa: Gabi Guedes e PRADARRUM
DESCRIPTION:Referência na música percussiva na Bahia\, o mestre Gabi Guedes traz o seu projeto PRADARRUM para o “Quinta da Casa” da Casa Rosa. Ao lado de Felipe Guedes (clarinete e guitarra)\, Isaías Rabelo (teclado) e Ldson Galter (baixo)\, o músico apresenta o repertório do álbum “Matriarcas” e sua fusão de ritmos das nações Angola\, Ketu e Gêge com outras sonoridades que se fundem à cultura afro-brasileira\, como a salsa\, o samba\, o funk e o jazz. O concerto acontece no Teatro Cambará\, no dia 10 de abril\, às 20h\, com ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, à venda pela Sympla. O espaço tem acessibilidade arquitetônica e o show terá tradução em Libras. \nNascido no Alto do Gantois\, Gabi Guedes cresceu ao lado da Iyalorixá Mãe Menininha e\, aos 10 anos\, iniciou seus estudos de percussão com os Alabês Vadinho\, Hélio\, Dudu e Edinho. Já se apresentou em mais de 10 países\, tocando com artistas expressivos como Jimmy Cliff e The Wailers\, Margareth Menezes\, Lazzo\, Gerônimo\, Raimundo Sodré\, Armandinho\, Paulo Moura\, Hermeto Pascoal e Orquestra Emília Biancardi. A partir de sua experiência de quase 50 anos tocando em terreiros e palcos mundo afora\, Gabi une suas raízes ancestrais com sua atuação como chefe de naipe da Orkestra Rumpilezz para criar o PRADARRUM. \nO PRADARRUM busca preservar\, difundir e valorizar a musicalidade dos terreiros de candomblé\, através de apresentações\, cursos e oficinas\, evidenciando uma nova forma de abordar a música do terreiro sem ferir ou expor o sagrado. \n“Matriarcas” é o primeiro álbum do grupo\, lançado em março de 2024\, através do programa Natura Musical. O disco\, com 10 faixas\, reverencia as Yalorixás e Alabês\, destacando seu legado de luta e resistência na manutenção das suas comunidades\, das suas histórias e espiritualidade. Compõem o trabalho cantos de terreiro adaptados por Gabi e Felipe Guedes e composições do maestro Letieres Leite\, Rosa Nunes\, Gordon Shread e da banda Panteras Negras\, que participa da gravação. Ellen Oléria e Márcia Short também fazem participações especiais com suas vozes potentes. \nO “Quinta da Casa”\, neste ano de 2025\, foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador\, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. Lançado em novembro de 2023\, o projeto inclui na agenda regular do Teatro Cambará da Casa Rosa uma diversa programação de espetáculos\, de variadas linguagens artísticas\, que vêm movimentando a capital baiana\, numa iniciativa de difusão do trabalho da nova cena local. Em 2025\, serão 20 edições realizadas\, com programação montada através de seleção pública que contabilizou 194 propostas inscritas\, ofertando a estrutura da Casa Rosa e apoio financeiro para os artistas e grupos participantes. \nQuinta da Casa apresenta:\nGabi Guedes e PRADARRUM\nNo show “Matriarcas”\nQuando: 10 de abril de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nAcessibilidade: Arquitetura acessível e tradução em Libras\nClassificação indicativa: Livre \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Quinta da Casa: Coletivo Casa 4
DESCRIPTION:No Mês Internacional da Dança\, a Casa Rosa traz ao projeto “Quinta da Casa” o espetáculo “Me Brega\, Baile!”\, do Casa 4. Mergulho no universo dos bailes de dança de salão\, a peça reúne devaneios e ambições de cinco bailarinos viados\, que instauram a construção de uma atmosfera bem romântica – e brega. A apresentação acontece no Teatro Cambará\, no dia 24 de abril\, às 20h\, com ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, à venda pela Sympla. O espaço tem acessibilidade arquitetônica e a cena terá tradução em Libras. \nCriado em 2017\, o Casa 4 é um coletivo que surge das inquietações de um grupo de amigos dançarinos\, gays e com experiência nas danças de salão. Para além de um jeito tradicional de dançar a dois\, o grupo busca compreender esta linguagem nos corpos de seus intérpretes-criadores: corpos viados\, afeminados\, fechativos\, brutos e mais um bocado de coisa. Assim\, em suas pesquisas artísticas\, não se limita a binarismos como condutor-conduzido\, dama-cavalheiro\, ativo-passivo etc. \nEstreado em 2019\, “Me Brega\, Baile!”\, segundo trabalho da companhia\, tem direção de Leandro de Oliveira\, que integra o elenco junto com Alisson George\, Marcelo Galvão\, Carlos Henrique Araújo e Matheus Assis. Entre valsas\, forrós e vale a pena ver de novo\, eles fazem uma grande celebração à diversidade em forma de baile-espetáculo. \nO “Quinta da Casa”\, neste ano de 2025\, foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador\, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. Lançado em novembro de 2023\, o projeto inclui na agenda regular do Teatro Cambará da Casa Rosa uma diversa programação de espetáculos\, de variadas linguagens artísticas\, que vêm movimentando a capital baiana\, numa iniciativa de difusão do trabalho da nova cena local. Em 2025\, serão 20 edições realizadas\, de janeiro a dezembro\, com programação montada através de seleção pública que contabilizou 194 propostas inscritas\, ofertando a estrutura da Casa Rosa e apoio financeiro para os artistas e grupos participantes. \nQuinta da Casa apresenta:\nColetivo Casa 4\n“Me Brega\, Baile!”\nQuando: 24 de abril de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nAcessibilidade: Arquitetura acessível e tradução em Libras\nClassificação indicativa: 16 anos \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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DESCRIPTION:Venha descobrir a magia da dança como transformação pessoal. A Oficina SuaDança\, ministrada por Daniela Augusto\, convida a experiências baseadas no autoconhecimento: ao expressar movimentos espontâneos\, liberar tensões emocionais\, expandir a criatividade e a qualidade da leveza\, surge a transformação\, a confiança e a autenticidade. \nNesta oficina\, dançar é um processo de libertação\, cura e criação\, a partir de movimentos investigados pela pessoa participante\, que experimenta ritmos\, ativações e compreende no corpo a linguagem da transformação e da interação para fazer do ato criativo uma forma de ser e agir. \nA Oficina SuaDança é destinada a pessoas a partir de 16 anos que queiram dançar\, profissionais ou não: artistas de todas as áreas\, terapeutas da saúde e curiosos do corpo. \nDaniela Augusto traz uma sensibilidade aguda sobre a alma do movimento. Em suas oficinas\, estimula o criativo\, potencializando a autoexpressão que nos habita. É artista da Dança\, graduada na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-graduada em Arte Integrativa pela Anhembi Morumbi\, em São Paulo\, onde morou 21 anos. De volta a Salvador\, mestranda em dança na UFBA\, atua também como taróloga alquímica\, certificada em Pilates\, Gyrokinesis\, Gyrotonic e Movement for Life (movimento terapia). \nOficina SuaDança com Daniela Augusto\nQuando: 27 de abril de 2025 (domingo)\, 10h às 13h\nOnde: Sala Rosa da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 180 (valor mínimo) | R$ 220 (valor abundante)\nBolsas disponíveis | Consultar pelo WhatsApp: 11 99633-7978\nInscrições aqui
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DESCRIPTION:A música periférica de Salvador estará no “Quinta da Casa” da Casa Rosa. No dia 15 de maio\, às 20h\, o cantor e compositor s3reno faz o show “não saia no sereno”\, baseado no EP homônimo lançado em agosto de 2024: uma experiência sonora vibrante\, orgânica e carregada de identidade. A apresentação acontece no Teatro Cambará\, com ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, à venda pela Sympla. O espaço tem acessibilidade arquitetônica e o show terá tradução em Libras. \nO repertório inclui todas as faixas do EP\, além de releituras de clássicos da música brasileira\, reinterpretados no estilo marcante do artista\, que mescla referências afrobrasileiras\, regionais e urbanas\, vindas das ruas de Salvador\, dos blocos afros\, das batucadas de terreiro\, das rodas de samba e da pulsação dos guetos. A musicalidade afrofusion e afrodiaspórica tem peso e balanço\, sem abrir mão da profundidade das letras\, que falam sobre a vivência da juventude negra periférica da cidade. O espetáculo é dinâmico e envolvente\, potencializando a experiência do público com groove pulsante. \nNascido no bairro de Boa Vista de São Caetano\, s3reno afirma seu chão acompanhado por um time de músicos experientes: DiÓdé (percussão)\, Zepeto (guitarra)\, Antenor Cardoso (bateria) e Denner (baixo). O show conta ainda com vocais de Lara Boker\, direção de palco de Roberto Candido e iluminação de Marthinha Boker. \nO “Quinta da Casa”\, neste ano de 2025\, foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador\, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. Lançado em novembro de 2023\, o projeto inclui na agenda regular do Teatro Cambará da Casa Rosa uma diversa programação de espetáculos\, de variadas linguagens artísticas\, que vêm movimentando a capital baiana\, numa iniciativa de difusão do trabalho da nova cena local. Em 2025\, serão 20 edições realizadas\, de janeiro a dezembro\, com programação montada através de seleção pública que contabilizou 194 propostas inscritas\, ofertando a estrutura da Casa Rosa e apoio financeiro para os artistas e grupos participantes. \nQuinta da Casa apresenta:\ns3reno\n“não saia no sereno”\nQuando: 15 de maio de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nAcessibilidade: Arquitetura acessível e tradução em Libras\nClassificação indicativa: 16 anos \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:MedusaMusaMulher
DESCRIPTION:Protagonizado por Fabiana Pirro\, com criação de Breno Fittipaldi e texto de Cida Pedrosa\, somado à poesia de Silvia Góes\, o espetáculo “MedusaMusaMulher” terá sessão única no Teatro Cambará da Casa Rosa\, no dia 22 de maio (quinta-feira)\, às 20h. \nA criação de “MedusaMusaMulher” tem como base a versão grega do mito da Medusa\, a sacerdotisa do templo de Atena que atraiu o desejo de Poseidon\, que a violou. O estupro provocou o ciúme da deusa Atena\, que rogou uma maldição contra Medusa e a transformou numa Górgona\, petrificando quem a olhasse. No lugar dos seus cabelos\, surgiram serpentes. Por fim\, Medusa é degolada por Perseu\, que leva sua cabeça como um presente. É esta a versão que você conhece dessa história? \nEm “MedusaMusaMulher”\, Fabiana Pirro encena a versão escrita pela escritora e poetisa Cida Pedrosa\, onde dá voz à mulher transformada em monstro\, morta por um herói e estuprada por um deus. Um protesto sensível contra o feminicídio\, uma maneira de despertar\, sobretudo nos mais jovens\, a urgência de modificar a violência cruel e antiga sobre as mulheres\, e transformar a dor em cura. \n“A cada apresentação\, as palavras de Cida Pedrosa somadas à poesia de Silvia Góes atravessam mulheres de todas as classes sociais\, que me procuram para dizer: você não pode parar. São muitas Medusas. Cada vez que eu entro em cena são essas vozes que eu defendo. E afirmo: não vou parar”\, diz Fabiana Pirro. \nHISTÓRICO – A performance estreou em setembro de 2018 na programação do Festival Transborda do SESC Pernambuco\, a bordo de um catamarã sobre as águas do Rio Capibaribe. Desde então\, tem percorrido os mais variados palcos e eventos\, promovendo debates e reflexões sobre o tema do feminicídio\, como na apresentação em comemoração aos 13 anos da Lei Federal Maria da Penha\, a convite da Comissão da Mulher Advogada (CMA) da OAB Pernambuco. Em 2022\, “MedusaMusaMulher” fez a primeira turnê fora do país\, com apresentação no Centro Cultural Fábrica do Braço de Prata\, em Lisboa (PT)\, e\, na sequência\, foi filmada sua versão cinematográfica em Paris. Em 2023\, no retorno ao Brasil\, “MedusaMusaMulher” esteve na Festa de Louro\, em São José do Egito\, Sertão do Pajeú\, Pernambuco\, e fez duas apresentações em São Paulo\, na Casa Líquida. Em 2024\, a performance foi contemplada pela Lei Paulo Gustavo/Recife\, realizando em março duas apresentações gratuitas: uma no jardim do Teatro do Parque e outra ao lado do movimento Tortura Nunca Mais\, na Rua da Aurora. Em julho\, esteve no auditório da Livraria Jaqueira\, em evento da Fundação Xegamiga de combate à violência contra as mulheres. \nFabiana Pirro em MedusaMusaMulher\nCriação: Breno Fittipaldi\nTexto: Cida Pedrosa\nQuando: 22 de maio de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: 14 anos \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Quinta da Casa: Jann Souza
DESCRIPTION:A cantora e compositora Jann Souza vai estar no projeto “Quinta da Casa” da Casa Rosa no dia 29 de maio\, às 20h\, no palco do Teatro Cambará. A artista chega com o show “Orin”\, que celebra sua trajetória e sua conexão com as raízes afro-brasileiras\, reunindo músicas autorais\, releituras da MPB e cantigas em yorùbá\, em uma apresentação que transita entre tradição e contemporaneidade. Ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, à venda pela Sympla. O espaço tem acessibilidade arquitetônica e o show terá tradução em Libras. \nCom uma sonoridade envolvente\, “Orin”\, que significa canto em yorùbá\, mergulha na musicalidade ancestral a partir do encontro da percussão com arranjos modernos e a força da interpretação de Jann Souza. No palco\, ela entrega uma performance intensa\, conectando o público a um repertório que celebra a memória e a espiritualidade afro-diaspórica. “Esse show é um convite para sentir\, para se permitir ser atravessado pela música. Cada canção traz uma história\, um chamado\, uma vibração. ‘Orin’ é um encontro com minha essência e com o que me move artisticamente”\, descreve Jann. \nO “Quinta da Casa”\, neste ano de 2025\, foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador\, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. Lançado em novembro de 2023\, o projeto inclui na agenda regular do Teatro Cambará da Casa Rosa uma diversa programação de espetáculos\, de variadas linguagens artísticas\, que vêm movimentando a capital baiana\, numa iniciativa de difusão do trabalho da nova cena local. Em 2025\, serão 20 edições realizadas\, de janeiro a dezembro\, com programação montada através de seleção pública que contabilizou 194 propostas inscritas\, ofertando a estrutura da Casa Rosa e apoio financeiro para os artistas e grupos participantes. \nQuinta da Casa apresenta:\nJann Souza\n“Orin”\nQuando: 29 de maio de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nAcessibilidade: Arquitetura acessível e tradução em Libras\nClassificação indicativa: Livre \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Quinta da Casa: Ana Clara Veras em "Nós versus Eles"
DESCRIPTION:Entre relatos pessoais\, receitas inacabadas\, churrascos e estatísticas alarmantes\, o espetáculo “Nós versus Eles”\, dirigido e protagonizado por Ana Clara Veras\, estará no projeto “Quinta da Casa” da Casa Rosa no dia 5 de junho\, às 20h\, no palco do Teatro Cambará. A performance propõe um diálogo poético sobre desigualdades sociais\, memória e sobrevivência\, acompanhando a trajetória de uma mulher solitária que\, vivendo em uma casa de memórias\, canta e dança na tentativa de resistir ao esquecimento e gerar esperança para as gerações futuras. Ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, à venda pela Sympla. O espaço tem acessibilidade arquitetônica e a peça terá tradução em Libras. \nInspirado pelas obras “Quarto de Despejo”\, de Carolina Maria de Jesus\, e “Buraquinhos ou O Vento é Inimigo de Picumã”\, de Jhonny Salaberg\, o espetáculo mistura ficção\, realidade e memórias pessoais para tratar\, de forma sensível\, de temas sociais urgentes. A dor é transmutada em poesia\, sem minimizar a dureza da realidade\, mas oferecendo novas possibilidades de escuta e emoção ao público. “Nós versus Eles” já integrou festivais nacionais e internacionais\, incluindo apresentações no México\, no Rio Grande do Norte\, no Ceará\, em Minas Gerais e na Bahia. \nNascida no Ceará e licenciada em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)\, Ana Clara Veras atualmente reside em Salvador\, onde se tornou mestra em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA)\, e se espalha pelo Nordeste em múltiplas frentes. É atriz\, dramaturga\, preparadora corporal\, bonequeira\, agitadora cultural\, professora\, pesquisadora e brincante popular. Atua como atriz-pesquisadora no grupo Arkhétypos de Teatro (RN) desde 2016 e integra também o grupo Voz Feminina\, coordenado pela atriz\, cantora e professora Mayra Montenegro (PB). Sua trajetória inclui quatro anos de intercâmbios artísticos entre Brasil e México\, além de três anos consecutivos na organização do Festival “O Mundo Inteiro é um Palco”\, promovido pelo grupo Clowns de Shakespeare (RN). Como professora\, ministra oficinas sobre Teatro de Rua\, Teatro do Oprimido\, Expressão Corporal\, A Escuta do Ator\, Jogos e Improvisação Teatral\, Teatro Ritual\, brincadeiras populares\, Coco de Roda e criação de dramaturgias. \nO “Quinta da Casa”\, neste ano de 2025\, foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador\, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. Lançado em novembro de 2023\, o projeto inclui na agenda regular do Teatro Cambará da Casa Rosa uma diversa programação de espetáculos\, de variadas linguagens artísticas\, que vêm movimentando a capital baiana\, numa iniciativa de difusão do trabalho da nova cena local. Em 2025\, serão 20 edições realizadas\, de janeiro a dezembro\, com programação montada através de seleção pública que contabilizou 194 propostas inscritas\, ofertando a estrutura da Casa Rosa e apoio financeiro para os artistas e grupos participantes. \nQuinta da Casa apresenta:\n“Nós versus Eles”\, de Ana Clara Veras\nQuando: 5 de junho de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nAcessibilidade: Arquitetura acessível e tradução em Libras\nClassificação indicativa: 12 anos \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:AfroPython Conf 2025
DESCRIPTION:Maior conferência tech afrocentrada do Brasil acontece em Salvador\, reunindo desenvolvedores\, criadores e lideranças negras da tecnologia \nA AfroPython Conf 2025 tem data marcada: no dia 07 de junho\, a capital baiana será palco de um dos maiores encontros de tecnologia com protagonismo negro no país\, ocupando a Casa Rosa. Com a vertente “Decodificando novos caminhos para fortalecer a comunidade negra na tecnologia”\, o evento chega à sua terceira edição reunindo desenvolvedores\, educadores\, criadores de conteúdo\, empresas e entusiastas da inovação\, com foco em diversidade\, inclusão e equidade racial. \nEste ano\, três eixos norteiam a programação:\n🔹 Tecnologia para transformar\n🔹 Preparação para voar alto\n🔹 Olhar para o passado para construir o futuro \nA AfroPython Conf 2025 contará com palestras inspiradoras\, workshops\, um espaço kids\, feira preta e muito networking. Tudo pensado para fortalecer conexões\, impulsionar talentos negros e criar um ambiente de aprendizado seguro\, acolhedor e potente. A AfroPython Conf é um espaço de troca\, fortalecimento e ancestralidade. A conferência convida o público a refletir: “E se a tecnologia fosse uma ferramenta para reescrever histórias\, criar oportunidades e tornar a diversidade o código que guia o futuro?”. \nTecnologia não é só ferramenta. Ela é linguagem\, é cultura\, é código com identidade. É memória e transformação. Na AfroPython Conf\, acreditamos que a tecnologia ancestral — aquela que conecta saberes do passado com a inovação do presente — é chave para construir um futuro com propósito e pertencimento. \nCriada por pessoas pretas\, para pessoas pretas\, a AfroPython é uma empresa com foco em inclusão e representatividade na tecnologia. Por meio de capacitações\, workshops e mentorias\, democratiza o conhecimento e fortalece a presença negra na indústria tech. Mais do que ensinar\, inspira novas gerações a entender que a tecnologia muda o mundo — e que elas são protagonistas nessa transformação. “Mais do que um evento\, a AfroPython Conf é um movimento de resistência e construção coletiva do afrofuturo”\, afirma Catherine Barbosa\, uma das organizadoras. \nA edição de 2023 reuniu mais de 130 participantes e contou com o apoio de empresas como Globo\, Jusbrasil e Elastic. Em 2025\, a expectativa é ampliar o impacto\, conectar ainda mais pessoas e trazer nomes de referência do mercado para discutir inovação\, ancestralidade e representatividade em tecnologia. \nA AfroPython Conf 2025 reforça que o futuro está em construção — com mais diversidade\, mais consciência e mais propósito. \nAfroPython Conf 2025\nQuando: 7 de junho de 2025 (sábado)\, 9h às 19h30\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: 1º lote – R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | R$ 40 (promocional)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: Livre
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SUMMARY:Forró do Culinária Musical
DESCRIPTION:No dia 8 de junho (domingo)\, das 12h às 17h\, o Afrochefe Jorge Washington vai promover um Arraiá no Culinária Musical especial de São João. A festa vai ser na Casa Rosa e terá show da banda Zé de Tonha e participação do Revo Trio\, com o melhor do forró das antigas e atuais. \nA Zé de Tonha começou em março de 2002\, reunindo músicos experientes do cenário baiano com uma proposta única: unir qualidade musical\, bom humor e um profundo respeito pelas raízes do forró. Desde então\, o grupo vem conquistando o público com shows cheios de carisma\, improviso e paródias inteligentes\, sempre embalados por arranjos criativos e uma forte interação com a plateia.   \nNa cozinha\, o Afrochefe vai preparar sua Moqueca de Carne\, como prato principal\, Moqueca de Banana da Terra\, Arrumadinho de Fumeiro\, Casquinha de Siri\, e porções de acarajé. O prato principal será vendido a R$ 80 (para duas pessoas). \nO Cantinho da Empreendedora vai ter as marcas Jurema (Tai Oliver) e Malikáfrica (Vivi Vergasta)\, além de desfile do Atelier Nega Negona. \nCULINÁRIA MUSICAL\nQuando: 8 de junho de 2025 (domingo)\, 12h às 17h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 40 (antecipado) e R$ 50 (bilheteria no dia do evento)\nPrato principal: R$ 80 (para 2 pessoas)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: Livre
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SUMMARY:Bululú – Estórias da Invenção do Mundo
DESCRIPTION:Depois de conquistar a mais importante categoria do Prêmio Braskem de Teatro 2016\, a de Melhor Espetáculo Adulto\, além do prêmio de Melhor Ator\, dividido de forma inédita entre os intérpretes Danilo Cairo e João Guisande\, o espetáculo “Bululú – Estórias da Invenção do Mundo” retorna ao palco em Salvador em junho. A temporada acontece entre os dias 13 e 15\, às 20h\, na Casa Rosa (Rio Vermelho). No dia 15\, haverá uma sessão extra às 17h. \nResultado de um intercâmbio cultural na Europa\, “Bululú” foi escrito e dirigido pelo premiado diretor espanhol Moncho Rodriguez e reúne\, no palco\, os atores baianos Danilo Cairo e João Guisande. O espetáculo conta a saga dos comediantes Amadeus\, vivido por Cairo\, e Bartolomeus\, interpretado por Guisande\, tão antigos como o próprio teatro. Eles decidem contar o famoso romance da “Invenção do Mundo”\, inspirado no Grande Teatro del Mundo\, de Calderón de La Barca. \nEles recitam\, explicam e comentam todos os momentos do texto até que Bartolomeus começa a questionar a razão de estarem ali\, despertando para questões que abalam o mundo dos dois e lhes direcionam para uma dúvida: deverão escolher a ação da arte ou uma sociedade cada vez menos poética\, menos sensível e mais consumista? \n“A obra é uma visão crítica e divertida do universo do teatro\, da realidade\, do sonho\, da vida\, do ator e do espectador na sociedade contemporânea\, onde todos\, sem saber\, representam uma personagem que fingem não representar”\, defende a dupla de atores da peça\, que foram dirigidos por Moncho antes de sua morte\, em 2023\, reconhecido como um dos mais importantes diretores e pesquisadores do teatro do mundo ibérico\, com mais de 200 encenações realizadas na Espanha\, Brasil e Portugal. Ele é reconhecido ainda por criações que partem da vontade de provocar uma ruptura nos conceitos e fórmula do teatro tradicional. \n“Bululú” teve apresentações na Europa antes de estrear no Brasil\, em novembro de 2015\, no Teatro SESC SENAC Pelourinho\, em Salvador. Já foram mais de 100 apresentações\, passando por cidades como Aracaju\, Caruaru\, Recife\, Governador Mangabeira e Alagoinhas\, no Brasil; além de Porto e Famalicão\, em Portugal. \nA remontagem é parte das celebrações dos 18 anos do Toca Criações Artísticas\, idealizado por Danilo Cairo como um território de criação coletiva e produção cultural multilinguagem que surgiu a partir do encontro de jovens atores\, de origens e formações distintas\, na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia em 2006. Em 2008\, o coletivo se consolidou profissionalmente com a estreia do espetáculo musical “Atire a Primeira Pedra” e vem desenvolvendo um trabalho contínuo de formação\, pesquisa\, criação e produção cultural vinculado ao treinamento e capacitação dos artistas\, realizando espetáculos\, mostras de cenas artísticas\, oficinas\, seminários\, workshops\, performances\, shows e documentários. \nO projeto “Toca 18 anos – Uma Ocupação Soteropolitana” foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. \nBULULÚ – Estórias da Invenção do Mundo\nQuando: 13\, 14 e 15 de junho de 2025\nSexta – 20h\nSábado – 20h\nDomingo – 17h (com tradução em Libras) e 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: 14 anos \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Lazzo Matumbi - Clássicos Juninos
DESCRIPTION:No segundo ano de seu “Forró dos Santos”\, programação especial do mês de junho\, a Casa Rosa apresenta um show inédito de Lazzo Matumbi. Após 46 anos de música\, o artista se reinventa mais uma vez e decide homenagear os grandes nomes do nosso cancioneiro junino\, que fizeram e seguem fazendo a alegria de milhões de pessoas. O evento será realizado no dia 14 de junho (sábado)\, às 22h. Ingressos estão à venda pela Sympla. \nO repertório passeia por canções do pai do forró\, Luiz Gonzaga\, como “Asa Branca” e “Olha pro Céu”; do genial e inesquecível Dominguinhos e seus parceiros\, como “Eu só quero um xodó”\, “Abri a Porta”\, “Tenho Sede” e “De volta pro aconchego”; e tantos outros clássicos que deram à música nordestina um valor incomparável e que seguem vivos na memória de todas as pessoas amantes do São João e do forró. \nLazzo Matumbi sobe ao palco dando seu toque especial às canções\, com arranjos ao seu modo e ao gosto do público. Quando perguntado por que nunca havia feito um show com músicas juninas\, ele explica: “sempre quis fazer\, mas que fosse algo bonito\, elegante e em homenagem aos mestres que já se foram e aos que ainda estão aqui. E decidi dar a mim e ao público esse presente. Agora surgiu a oportunidade”. \nO show marca uma nova fase de Lazzo\, que tem feito participações em singles de parceiros mais jovens\, do hip hop\, do rap\, do trap\, do R&B\, da música eletrônica\, rock\, blues\, soul e jazz. \nForró dos Santos da Casa Rosa apresenta:\nLAZZO MATUMBI – CLÁSSICOS JUNINOS\nQuando: 14 de junho de 2025 (sábado)\nAbertura da Casa: 21h30\nInício do show: 22h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto:\n1º lote: R$ 80 (inteira) | R$ 40 (meia) | R$ 48 (Clube Correio*)\n2º lote: R$ 100 (inteira) | R$ 50 (meia) | R$ 60 (Clube Correio*)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: 18 anos \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Oficina SuaDança convida Aromaterapia dos Chakras
DESCRIPTION:A dança pode ser considerada um ato alquímico – uma transformação interna expressa pelo corpo. A oficina SuaDança investiga você por dentro e\, ao estimular movimentos intuitivos e intencionais\, as emoções se transmutam: o que está estagnado desbloqueia e os centros energéticos (chakras) potencializam. A dança e a aromaterapia com os chakras criam formas vivas de uma alquimia energética.  \nBenefícios: resgata a alegria de viver / desperta o corpo físico e sutil / harmoniza a energia vital / canaliza emoções para cura e expansão da consciência. \nMinistrantes: Daniela Augusto e Ana Cassiópia\nDaniela Augusto traz uma sensibilidade aguda sobre a alma do movimento. Em suas oficinas\, estimula o criativo\, potencializando a autoexpressão que nos habita. É artista da Dança\, graduada na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-graduada em Arte Integrativa pela Anhembi Morumbi\, em São Paulo\, onde morou 21 anos. De volta a Salvador\, mestranda em dança na UFBA\, atua também como taróloga alquímica\, certificada em Pilates\, Gyrokinesis\, Gyrotonic e Movement for Life (movimento terapia). \nAna Cassiópia é bacharel em Ciências Econômicas\, pós-graduada em Administração pela FGV-SP e formada em Estética e Cosmetologia pela Estácio em Salvador\, tendo se especializado nas terapias estéticas faciais e corporais integrativas. Atualmente é a CEO da Três Cravos\, além de responsável técnica pela produção natural artesanal de cosméticos da empresa\, o que lhe trouxe um contato muito intenso com o universo da aromaterapia. \nOficina SuaDança convida Aromaterapia dos Chakras\nQuando: 15 de junho de 2025 (domingo)\, 10h às 14h\nOnde: Sala Rosa da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 140 (valor colaborativo) | 180 (valor intermediário) | R$ 220 (valor abundante)\nInscrições aqui
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SUMMARY:Quinta da Casa: Paulo Pitta Quinteto
DESCRIPTION:No dia 26 de junho\, o projeto “Quinta da Casa” da Casa Rosa apresenta Paulo Pitta Quinteto no show “O Encontro da Ancestralidade e da Liberdade Criativa”\, uma celebração vibrante da música instrumental afro-baiana em sua forma mais ousada e contemporânea. O espetáculo acontece no Teatro Cambará\, pontualmente às 20h. Ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, à venda pela Sympla. O espaço tem acessibilidade arquitetônica e oferece tradução em Libras. \nSaxofonista e compositor\, Paulo Pitta une tradição e experimentação em composições autorais que refletem sua trajetória artística: dos fundamentos do método do Universo Percussivo Baiano (UPB)\, criado pelo maestro Letieres Leite\, à formação em Composição Clássica pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Ele se une aos percussionistas Cassiano Alexandrino e Luan Badaró\, o guitarrista Luan e o sanfoneiro Kedson Silva\, construindo uma paisagem sonora rica e pulsante\, marcada por ritmos ancestrais\, harmonias inesperadas e texturas inovadoras: a fusão de raízes afro-brasileiras com liberdade criativa dá o tom do espetáculo. \nO show nasce de uma pesquisa sobre o papel do compositor-intérprete na música contemporânea. Em busca de uma linguagem própria\, Paulo Pitta explora técnicas não convencionais no saxofone – como multifônicos\, microtons\, variações timbrísticas e ruídos – somadas a efeitos eletroacústicos. O resultado é um campo fértil de experimentações onde a percussão afro-baiana e as guitarras dialogam com ousadia e identidade. A produção é assinada pela CASA 12 Agência Cultural\, sob direção das produtoras baianas Lais Pereira e Nine Quentin. \nO “Quinta da Casa”\, neste ano de 2025\, foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador\, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. Lançado em novembro de 2023\, o projeto inclui na agenda regular do Teatro Cambará da Casa Rosa uma diversa programação de espetáculos\, de variadas linguagens artísticas\, que vêm movimentando a capital baiana\, numa iniciativa de difusão do trabalho da nova cena local. Em 2025\, serão 20 edições realizadas\, de janeiro a dezembro\, com programação montada através de seleção pública que contabilizou 194 propostas inscritas\, ofertando a estrutura da Casa Rosa e apoio financeiro para os artistas e grupos participantes. \nQuinta da Casa apresenta:\nPaulo Pitta Quinteto\nQuando: 26 de junho de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nAcessibilidade: Arquitetura acessível e tradução em Libras\nClassificação indicativa: Livre \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:O Som de João Américo
DESCRIPTION:No dia 30 de junho (segunda-feira)\, às 19h\, João Américo celebra 80 anos de vida com uma festa na Casa Rosa\, no Rio Vermelho\, em Salvador. O evento vai contar com o Sarau do João\, que ele realiza há mais de 40 anos. Uma espécie de bate-papo musicado\, o sarau já virou tradição entre amigos de João Américo. \nNa ocasião também acontece o lançamento de ‘O Som de João Américo’ (Solisluna Editora)\, escrito por ele e ilustrado por Suzart\, com sessão de autógrafos. O livro traz histórias vividas ao longo de mais de 50 anos de profissão do pernambucano que veio para a Bahia em 1969. Aqui\, deu padrão técnico de alta qualidade\, formou mão de obra qualificada e profissionalizou a área de sonorização de eventos\, tornando-se sinônimo de excelência em todo o país. \nApós meio século de atuação\, João Américo vendeu a empresa de sonorização e fundou uma outra para fabricar caixas de som. Atento aos tempos atuais\, ele achou por bem divulgar o novo negócio nas redes sociais\, mas percebeu que textos sobre caixas de som não iriam interessar ao grande público. Foi então que teve a ideia de escrever sobre o que viveu no período à frente da empresa de sonorização\, despertando\, assim\, a atenção do público e de Andrezão Simões. \nO produtor é um dos organizadores do livro\, junto com Pedro Américo\, irmão de João. Andrezão enxergou ali relatos preciosos da vida do homem que ajudou a profissionalizar o som da música baiana e brasileira. “Compreender a dimensão de João é entender o quanto somos um mercado profissional respeitado na Bahia\, muito por sua causa. É um mestre de tamanha dedicação técnica e afetiva que construiu um legado de excelência. João Américo é uma escola de métodos e formação\, que revelou grandes profissionais da sonorização brasileira e qualidade de serviços. João é padrão de excelência profissional quando nada existia neste campo. Com sua eficácia\, ele não só colocou a Bahia nos roteiros das grandes turnês nacionais\, como se tornou referência aos artistas mais exigentes. ‘Só faço se for com o som de João Américo’ é uma frase que ecoa até hoje”\, afirma Simões. \nAdmirador do trabalho desenvolvido por Valéria Pergentino e Enéas Guerra\, sócios-fundadores da Solisluna\, Andrezão acreditou que a editora baiana seria a parceira perfeita para a investida literária: “O DNArte da Solisluna é único. Não é um lançamento\, são muitos lançamentos em cumplicidade criativa. Um catálogo que muito nos honra pertencer. Leiam ‘O Som de João’\, leiam os livros da Solisluna. Conheçam seus títulos e verão o que digo. Cada passo\, cada letra\, cada intenção\, cada poética\, cada carinho foi trocado entre nós. É um ritual amoroso trabalhar com a Solisluna”. \nAs ilustrações de Suzart também deram uma cara de livro-afeto. O artista visual celebrou o convite: “Pra mim foi um prazer enorme quando eu soube do projeto\, por causa da importância do nome de João Américo. E quando li o livro\, fiquei mais empolgado ainda\, porque o texto ficou muito fluido\, foi fácil de ler. A ideia foi fazer as ilustrações seguindo uma linha ininterrupta\, já que ia falar sobre música\, sobre uma pessoa que veio do interior\, que a vida foi fluindo igual a uma linha\, e ao mesmo tempo como a música\, as ondas da música. Então\, foi um prazer muito grande fazer parte desse projeto\, que eu acho muito importante para a cultura da Bahia”. \nSobre o livro\nEm ‘O Som de João Américo’\, o autor relembra trabalhos de sonorização que realizou ao longo dos 50 anos de profissão. Entre os artistas e bandas citados\, estão grandes referências para a música brasileira – Altamiro Carrilho\, Hermeto Pascoal\, Sivuca\, Gonzaguinha\, Gilberto Gil\, Caetano Veloso\, Geraldo Azevedo\, Moraes Moreira\, Novos Baianos\, Zizi Possi\, Cazuza\, Barão Vermelho\, Ivete Sangalo e Carlinhos Brown. \nNo livro\, João Américo conta que ‘Cantoria’\, clássico show que reuniu Elomar\, Vital Farias\, Geraldo Azevedo e Xangai\, nasceu em sua casa\, que fica ao lado do Teatro Castro Alves\, onde aconteciam as apresentações. \nJoão Américo escreve também sobre momentos marcantes da turnê ‘A gente precisa ver o luar’\, do álbum ‘Luar’\, de Gilberto Gil. Ele lembra\, ainda\, de quando fazia sonorização dos shows de João Gilberto\, o pai da bossa nova; e sobre a primeira vez que viu Ivete Sangalo no palco\, entre tantas outras histórias e curiosidades. \nDurante a festa de seus 80 anos\, João Américo quer reencontrar os amigos e celebrar: “A minha expectativa é apenas de comemoração. Eu acho que quem viveu o que eu já vivi\, com as histórias que eu tenho\, com os artistas que eu já trabalhei – e foram muitos! – merece celebrar. Me sinto realizado”. \nANIVERSÁRIO DE JOÃO AMÉRICO\, COM SARAU E LANÇAMENTO DO LIVRO O SOM DE JOÃO AMÉRICO\nQuando: 30 de junho de 2025 (segunda-feira)\, 19h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: Gratuito
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SUMMARY:Lá Vêm Elas!
DESCRIPTION:Entre os dias 4 de julho e 10 de agosto\, Salvador receberá a exposição “Lá Vêm Elas!”\, um projeto inédito que coloca em evidência a força\, a arte e a resistência de mulheres com deficiência. A mostra\, que acontece na Casa Rosa\, no Rio Vermelho\, reúne vídeos artísticos com múltiplas linguagens para refletir sobre acessibilidade\, autonomia e inclusão nos espaços culturais e urbanos. \nIdealizada pelos estúdios Festum e Folguedo (RJ)\, a exposição integra o Circuito Funarte de Artes Visuais Marcantonio Vilaça 2023. A curadoria é assinada pela Folguedo e pela jornalista e ativista Lucília Machado – pessoa com deficiência e presidenta da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão da Universidade Federal Fluminense (UFF Acessível)\, além de coordenadora da Frente Nacional de Mulheres com Deficiência. \nO título da mostra nasceu da vivência da própria curadora\, que frequentemente ouvia a frase “lá vem ela…” com certo incômodo em reuniões. Com ironia e potência\, a exposição ressignifica a expressão como símbolo de protagonismo e afirmação: “Lá Vêm Elas!” – mulheres com deficiência que ocupam os espaços com arte\, atitude e voz. \nAo todo\, são nove vídeos artísticos que combinam depoimentos e performances\, acompanhados de painéis com textos e ilustrações que abordam temas como arte\, direitos\, saúde\, educação\, violência\, trabalho\, direitos das mulheres negras\, diversidade e anticapacitismo. A mostra também se destaca pelo cuidado com a acessibilidade: contará com audiodescrição\, Libras\, legendagem\, fonte ampliada e caderno em braille\, garantindo uma experiência inclusiva e democrática para todos os públicos. \nArtistas participantes:\n– Amanda Lyra (PR) – Artista musical cadeirante\, comunicadora\, consultora em acessibilidade digital.\n– Ana do Vale (PB) – Artista visual com deficiência múltipla\, trabalha com diferentes materialidades\, trazendo a narrativa do seu corpo e da divergência para sua arte.\n– Carolina Teixeira (RN) – Artista da performance\, mulher que vive intensamente a experiência da deficiência física e autora do livro “Deficiência em Cena”.\n– Daisy Souza (BA) – Mulher preta e surda\, atua com dança\, performance e poesia.\n– Kilma Coutinho (PE) – Artista surda que valoriza as mãos como meio de expressão artística.\n– Moira Braga (RJ) – Mulher cega\, atriz e bailarina\, preparadora de elenco das novelas “Todas as Flores” e “Renascer”.\n– Mona Rikumbi (BA) – Primeira mulher negra cadeirante a dançar no Theatro Municipal de SP\, referência do movimento negro.\n– Kayssa Tiger (PA) – Musicista autista\, multi-instrumentista e premiada guitarrista de Belém. \nO projeto dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU\, especialmente nas áreas de saúde\, educação\, inclusão\, igualdade de gênero e trabalho decente. \nExposição “Lá Vêm Elas!”\nQuando: 4 de julho a 10 de agosto de 2025\nVisitação: Terça a domingo\, 13h às 19h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: Gratuito\nAcessibilidade: audiodescrição\, Libras\, legendagem\, textos em braille e uma equipe de mediação capacitada para receber e acompanhar um público diverso de visitantes
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SUMMARY:Rominho e Marieta
DESCRIPTION:Encerrando a sua temporada junina\, a Casa Rosa recebe no dia 5 de julho\, na ressaca de São João\, o espetáculo musical “Rominho e Marieta”. Permeando as linguagens do teatro popular e da quadrilha junina\, o texto surge a partir da obra “Romeu e Julieta”\, de William Shakespeare\, contextualizado numa releitura de linguagem popular nordestina\, inspirada na história coronelista de Lagarto (SE)\, cidade natal da diretora\, Letícia Aranha. Com música ao vivo\, dança e brincadeiras\, tudo se estrutura ao som dos ritmos típicos deste período\, como baião\, xote\, xaxado e arrasta-pé. A peça se inicia às 20h e ingressos\, a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, estão à venda pela Sympla. \nA trama se passa na cidade de Calango\, onde a guerra infindável de duas poderosas famílias\, Romeiros e Chapuletas\, instaura o ódio e a divisão entre o povo\, numa disputa política que acontece há anos e é passada de geração em geração. Mas é São João\, e é agora que a cidade pega fogo! No meio da alegria dessa festa\, surge a intensa paixão de Rominho e Marieta\, dois jovens que\, em nome do amor\, resolvem desafiar a tradição de ódio entre suas famílias. E com a benção de Santo Antônio – que assume o papel de narrador da peça e marcador da quadrilha –\, acontece o matrimônio! O tão querido santo casamenteiro entra na brincadeira e apadrinha a união mais inusitada da região. \nO elenco reúne Clay Sabino\, Dani Souza\, Kalú Santana\, Mano Leone\, Marina Torres\, Gabriel Nafisi\, Cícero Locijá\, Leandro França e Raissa Paixão. Estreado em 2022\, o espetáculo tem uma trajetória intensa e bem-sucedida\, tendo sido indicado ao Prêmio Braskem de Teatro em duas categorias: Letícia Aranha\, diretora\, como revelação\, e Guilherme Hunder\, figurinista\, na categoria especial. \nForró dos Santos da Casa Rosa apresenta:\nROMINHO E MARIETA\nQuando: 5 de julho de 2025 (sábado)\nAbertura da Casa: 19h\nInício do show: 20h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia) | R$ 18 (Clube Correio*)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: 12 anos \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Melanina Acentuada Festival - 7ª edição
DESCRIPTION:No mês de julho\, a dramaturgia negra escreve um novo capítulo na história de Salvador: entre os dias 9 e 14\, acontece a sétima edição do ‘Melanina Acentuada Festival’ – um festival que une espetáculos teatrais\, música\, dramaturgia\, literatura e poéticas alicerçadas na cultura negra. A Casa Rosa será um dos palcos ocupados por uma programação que se estente em diversos pontos da cidade\, promovendo um intercâmbio de teatros e espaços culturais\, ampliando o acesso às narrativas africanas e fortalecendo as discussões afrocentradas na cena soteropolitana. \nO Pátio Viração da Casa Rosa abre a temporada com um show da cantora e compositora baiana Sued Nunes\, que sobe ao palco no dia 9 de julho (quarta-feira)\, a partir das 20h. Após esta abertura oficial do festival\, o roteiro de espetáculos vai ao Teatro do Goethe-Institut\, Teatro Jorge Amado\, Cineteatro 2 de Julho e também ao Teatro Cambará da Casa Rosa. \nConsolidando a cena afrocultural da Bahia\, o ‘Melanina Acentuada Festival’ nasceu em 2012\, idealizado pelo autor\, ator\, diretor e produtor Aldri Anunciação. Dedicado à promoção e valorização de narrativas\, autores\, artistas\, atores e dramaturgos negros\, o festival acumula a apresentação de mais de 40 espetáculos – sucessos de bilheteria – ao longo de toda a sua trajetória. \nPara o ano VII\, a concept art dos espetáculos está alinhada em torno da ‘Ancestralidade Futurística’ – que permeia\, discorre e vivência as narrativas negras. Sensível às existências contemporâneas\, a ausência de linearidade na construção dramaturga ficcional permite que os espetáculos alternem entre o passado e presente\, dialogando através das lentes da diáspora africana. Essa linguagem artística visa enriquecer as histórias narradas nos palcos\, introduzindo o público ao conceito de ‘Afrofuturismo e Ancestralidade’ nesta nova edição. \nIngressos para espetáculos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)\, vendidos através da Sympla.\nMais informações através do perfil no Instagram @melaninaacentuada. \nO ‘Melanina Acentuada Festival – Ano 7’ foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia\, por meio da Secretaria de Cultura do Estado via PNAB\, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal. \nPROGRAMAÇÃO NA CASA ROSA\n– 9 de julho\, 20h\, no Pátio Viração\nAbertura do festival com show de Sued Nunes\n– 12 de julho\, 10h às 12h\, na Sala Rosa\nAteliê de Criação Corporal com Toni Silva\n– 12 de julho\, 20h\, no Teatro Cambará\nPerformance de dança: Pretamorphosis\n– 13 de julho\, 19h\, no Teatro Cambará\nPerformance de dança: Pretamorphosis\n– 13 de julho\, 19h30 às 20h30\, no Teatro Cambará\nCompartilhamento de poéticas: Pretamorphosis
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SUMMARY:Quinta da Casa: Maju Passos
DESCRIPTION:A performer e bailarina Maju Passos protagoniza o solo de dança “Dona de Si”\, que tem pauta no projeto “Quinta da Casa” da Casa Rosa no dia 10 de julho\, às 20h\, no palco do Teatro Cambará. O espetáculo\, com direção artística de Edileuza Santos\, trata da travessia da artista a partir da maternidade e o seu encontro com a dança como um recurso ancestral de autoafirmação como mulher. Ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, à venda pela Sympla. O espaço tem acessibilidade arquitetônica e oferece tradução em Libras. \nTempo\, movimento contínuo\, dança rito para tornar-se\, pele para transformar-se: fortaleza\, com leveza de borboleta. A peça promete uma experiência reflexiva\, inspirada no itan “Oyá transforma-se em Búfalo”\, do livro “Mitologia dos Orixás”\, do autor Reginaldo Prandi\, e no livro “Tornar-se negra”\, de Neusa Santos Souza\, expressando o rito de uma mulher-mãe solo que\, para se manter viva e pulsante\, se conectou aos ventos de oyá. Em cenas de empoderamento e resistência\, Maju Passos revela seu caminho percorrido após a maternidade\, e como reconhecer-se negra a tornou mais forte diante das violências do machismo associada ao racismo. \n“Apresento uma dança rito que evidencia a minha pele\, o meu corpo e suas histórias. Me tornar mãe de uma criança branca me fez buscar uma parte de mim que eu sabia que tinha\, mas não assumia. É uma dança para partilhar com o público o meu processo de superação que provocou um olhar mais compreensivo sobre mim mesma. Um lugar de liberdade\, uma pele que não precisa ser legitimada por essa estrutura social misógina”\, descreve Maju Passos. \n“Para existir neste planeta\, precisamos estar atentas e buscando a nossa ancestralidade para nos fortalecer e lidar com tudo que envolve ser mulher. É preciso ter muita resiliência”\, complementa Edileuza Santos\, cuja metodologia corpo-tambor foi fundamental no processo de investigação cênica\, reforçando como as mulheres precisam uma das outras para resistir na busca de vidas plenas. \nO “Quinta da Casa”\, neste ano de 2025\, foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador\, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. Lançado em novembro de 2023\, o projeto inclui na agenda regular do Teatro Cambará da Casa Rosa uma diversa programação de espetáculos\, de variadas linguagens artísticas\, que vêm movimentando a capital baiana\, numa iniciativa de difusão do trabalho da nova cena local. Em 2025\, serão 20 edições realizadas\, de janeiro a dezembro\, com programação montada através de seleção pública que contabilizou 194 propostas inscritas\, ofertando a estrutura da Casa Rosa e apoio financeiro para os artistas e grupos participantes. \nQuinta da Casa apresenta:\nDona de Si – Maju Passos\nQuando: 10 de julho de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nAcessibilidade: Arquitetura acessível e tradução em Libras\nClassificação indicativa: Livre \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Oficina de Música do Círculo
DESCRIPTION:Salvador recebe o músico\, comunicador e educador Ronaldo Crispim para ministrar a oficina de Música do Círculo\, metodologia criada por ele em conjunto com Zuza Gonçalves e Pedro Consorte. A prática visa que os participantes vivenciem e desenvolvam a sua musicalidade natural de maneira acessível\, orgânica e cooperativa. \nA Música do Círculo é uma prática lúdica de música e conexão\, aberta para músicos e não músicos. Utiliza o corpo como recurso\, a improvisação como caminho\, o jogo como estrutura\, o movimento como organização\, o gesto como forma de comunicação\, o fluxo como experiência de presença\, o contato como estratégia de integração e a noção de círculo como base de valores para desenvolver relação e pertencimento. \nAlém de promover bem-estar\, os jogos e vivências contribuem para o cultivo de relações pessoais mais autênticas e saudáveis\, e para o desenvolvimento da musicalidade\, criatividade\, escuta\, improviso e expressão em um ambiente leve\, inclusivo e acolhedor.  \nO Instituto Música do Círculo é hoje uma referência internacional no trabalho com música e pessoas\, tendo levado ao Brasil centenas de participantes de dezenas de países\, que formam uma forte comunidade mundial ligada a essa prática. Ronaldo Crispim é um dos criadores e diretores do Instituto e um dos responsáveis pelo desenvolvimento da metodologia\, bem como pela formação de novos condutores dentro e fora do Brasil. Na comunidade musical em que atua\, Ronaldo é reconhecido por sua didática acolhedora\, pela leveza bem humorada da sua condução e pela visão de mundo baseada em integridade\, respeito e cooperação. \nMúsica do Círculo\nQuando: 13 de julho de 2025 (sábado)\, 14h às 18h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: 75 (valor solidário) | 125 (valor básico) | 180 (valor colaborativo)\nVendas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: Livre \nSobre o professor\nRonaldo Crispim é um dos criadores e diretores do Instituto Música do Círculo e um dos responsáveis pelo desenvolvimento da prática/metodologia Música do Círculo\, bem como pela formação de novos condutores dessa prática dentro e fora do Brasil. Estudou diretamente com Fernando Barba\, dos Barbatuques\, e foi um dos coordenadores do grupo Fritos Música Corporal por 7 anos em São Paulo. É formado em Piano\, Comunicação Social\, Pedagogia da Cooperação e nos programas Guerreiros Sem Armas e Gaia Education\, de cultura regenerativa. Na comunidade musical em que atua\, Ronaldo Crispim é reconhecido por sua didática acolhedora\, pela leveza bem humorada da sua condução e pela visão de mundo baseada em integridade\, respeito e cooperação. \nSobre o Instituto Música do Círculo\nInstituto Música do Círculo é a organização fundada por Ronaldo Crispim\, Zuza Gonçalves e Pedro Consorte\, que cultiva e espalha a prática de Música do Círculo por todo o mundo através de retiros\, workshops\, cursos de formação\, trabalhos corporativos e encontros abertos em espaços públicos\, como a Fritura Livre em São Paulo. O Instituto é hoje uma referência internacional no trabalho com música e pessoas\, tendo levado ao Brasil centenas de participantes de dezenas de países\, que formam uma forte comunidade mundial ligada a essa prática.  \nEntre as principais inspirações para construção do método\, estão o trabalho de percussão corporal e jogos de improvisação de Fernando Barba e Stênio Mendes (do grupo Barbatuques\, Brasil)\, a dinâmica vocal dos circlesongs de Bobby McFerrin (EUA) e os processos de relações humanas da Pedagogia da Cooperação (Brasil).
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SUMMARY:Thiago Thomé
DESCRIPTION:Depois de lançar “Raro92” – álbum que transborda afetos\, celebra a paternidade e reverencia a Bahia –\, Thiago Thomé prepara a estreia ao vivo do projeto em Salvador. O show inédito acontece no dia 16 de julho (quarta-feira)\, às 20h\, na Casa Rosa\, no Rio Vermelho. \nMais do que um lançamento musical\, o show “Thiago Thomé canta ‘Raro92’” é um encontro íntimo e potente entre o artista\, o público baiano e o território que inspira cada acorde do álbum dedicado ao filho. No palco\, o multiartista carioca apresenta o repertório do disco lançado em junho pela Universal Music\, disponível nas plataformas digitais. \nO espetáculo dá corpo e voz a um álbum que nasceu como presente de pai para filho – o pequeno Raro\, fruto da união entre Thomé e a escritora e influenciadora baiana Bárbara Carine – e que rapidamente se transformou em um tributo à Bahia e à experiência da paternidade negra. No palco\, o artista promete recriar\, com delicadeza e intensidade\, a atmosfera acústica e minimalista que permeia o álbum\, no qual a voz e o violão guiam as emoções. \nO repertório trará as faixas “Régua\, Compasso e Tambor”\, que evoca a força ancestral e o sincretismo religioso baiano; “Acabou de Nascer”\, um canto de celebração ao nascimento do filho; e “Porque Aqui É Salvador”\, que retrata o cotidiano leve e vibrante da capital baiana\, com samba\, improviso e alegria; passeia pela doçura de “Novos Baianos”\, que transforma a saudade em canção e celebra a chegada do filho como continuidade da herança cultural; e pela sensualidade saborosa de “Quase Vermelho”\, uma ode ao amor e aos prazeres de Salvador\, onde a cidade e a amada se entrelaçam em metáforas afetivas. \nAlém de apresentar ao vivo esse relicário sonoro\, Thomé imprime ao show a marca de um artista que transita entre música\, poesia e teatro\, com forte presença cênica e conexão profunda com o público. Entre uma canção e outra\, Thomé irá compartilhar memórias afetivas e histórias que revelam sua profunda ligação com a Bahia – uma relação que atravessa o tempo e se manifesta agora\, de forma plena\, com o nascimento do filho. \nThomé fará também um passeio por outros trabalhos autorais\, assim como composições de outros artistas que contam sobre sua ligação com a Bahia – desde a infância no quintal de sua casa na Baixada Fluminense vendo seu pai ouvindo e dançando as músicas do Ilê Ayê. “É um show repleto de amor e resgate ancestral. Vai ser uma honra cantar esse espiralar musical que deságua nesta homenagem ao Raro\, que nasce em Salvador pelo amor que aqui me foi apresentado”\, destaca o multiartista. \nThomé – Compositor gravado por nomes como Ivete Sangalo\, Xande de Pilares e Zeca Pagodinho\, Thiago Thomé lançou em 2024 o álbum “Encantado” – que inclui a faixa “Ogumtech”\, com Jorge Aragão e Xande de Pilares – e\, em 2023\, o disco “Para Pretos\, Pardos e Simpatizantes”\, com participações de MV Bill e Denny Denan. Paralelamente à música\, o artista tem trajetória sólida como ator\, com destaque em novelas e séries da Globo\, como “Família é Tudo”\, “Encantados”\, “A Divisão” e “Arcanjo Renegado”. Agora\, com “Raro92”\, Thomé inaugura uma nova fase em sua trajetória\, marcada pela celebração da paternidade\, do afeto e da cultura afrobaiana – e convida o público baiano a viver essa experiência de perto\, ao vivo\, pela primeira vez. Em breve\, o artista lançará um novo álbum e\, no verão baiano\, um circuito de shows que vão esquentar a capital baiana. \nThiago Thomé canta “Raro92”\nQuando: 16 de julho de 2025 (quarta-feira)\nAbertura da Casa: 19h\nInício do show: 20h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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SUMMARY:Eu Sou um Monstro
DESCRIPTION:Conhecido por transitar entre moda\, teatro e artes visuais\, o artista Fause Haten\, lança\, no dia 18 de julho\, às 20h45\, no Teatro Cambará da Casa Rosa (Rio Vermelho)\, o livro “Eu Sou Um Monstro” (n-1 edições)\, registro contundente e confessional da performance homônima encenada e escrita pelo autor desde o ano passado. \nA obra\, que nasceu no seu estúdio-ateliê\, propõe uma reflexão sobre os limites entre ficção e realidade\, arte e vida\, autor e personagem. Entre memórias inventadas\, delírios amorosos e construções performáticas\, o livro transita por diferentes linguagens\, assim como a trajetória de Haten – marcada por uma permanente investigação das identidades que habitam o corpo e a cena. \nCom prefácio do ator e diretor Elias Andreato e um ensaio final do artista e curador Renato de Cara\, a obra é dividida em três capítulos: O Pacto\, A Transformação do Monstro e O Depoimento. O texto evoca o clima vertiginoso de um thriller poético.\nNo prólogo\, o artista convida o público a participar de um pacto de imaginação compartilhada. A edição\, com tiragem limitada\, inclui fotos-performances inéditas\, ensaios sobre o processo criativo\, além do texto original. \n“Ter sido convidado pela n-1 para publicar esse livro foi uma grande felicidade. É um reconhecimento das minhas palavras como autor\, para além da minha atuação”\, ressalta Haten. \nEm cena – Além do lançamento do livro – que pode ser adquirido no site da n-1 edições e em livrarias especializadas –\, Fause também reestreia o monólogo “Eu Sou Um Monstro”\, no próprio dia 18\, às 20h\, no Teatro Cambará\, portanto um pouco antes dos autógrafos. O artista fica em cartaz até domingo\, 20\, em curtíssima temporada. \nPara criar a performance\, Fause se inspirou em um acontecimento\, visto em um documentário\, da vida do pintor figurativo anglo-irlandês Francis Bacon (1909-1992). O filme relata que\, na véspera da estreia de uma importante exposição\, Bacon e sua agente encontram o namorado do pintor morto e decidem “não achar” o corpo para não atrapalhar o grande dia. \nHaten ficou impressionado com o relato e decidiu escrever um conto ficcional\, transformado depois em narrativa cênica para ser levada os palcos. \nNa peça\, que mescla teatro\, performance\, vídeo e artes plásticas\, o intérprete apresenta esse “artista” que submete o público à experiência de perceber um ser idolatrado se transformar em um monstro. A plateia vai lidar com o sentimento de admiração e aversão colocados em confronto ao mesmo tempo. \nSozinho em cena\, Haten é responsável por texto e direção. “A peça fala sobre a capacidade de transitar rapidamente entre sentimentos opostos. Nesse sentido\, o monstro sou eu e somos todos nós. Somos monstros quando amamos e odiamos. Acho muito interessante como a monstruosidade é caracterizada pelo excesso\, pelo inesperado\, pelo inalcançável daquilo que é muito bom ou muito ruim”\, pontua o ator. \nTambém compõem “Eu Sou Um Monstro” registros visuais de séries fotográficas derivadas da performance\, como a selfiescultura “O Namorado”\, em que o artista encena seu corpo em estado de letargia entre flores e frutas\, evocando o erotismo\, a melancolia e o grotesco. \nO paulistano Fause Haten é um artista reconhecido pela sua trajetória na moda\, porém\, desde 2006\, decidiu apostar também no campo das artes. Estudou artes cênicas e participou de vários trabalhos como ator\, entre eles\, “A Feia Lulu” (2014) e “Lili Marlene Um Anti Musical” (2017)\, espetáculos em que escreveu\, dirigiu e atuou. \nFause Haten – Eu Sou Um Monstro\nQuando: 18\, 19 e 20 de julho de 2025 (sexta\, sábado e domingo)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 100 (inteira) | R$ 50 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: 18 anos \nLançamento do livro\nQuando: 18 de julho de 2025 (sexta)\, 20h45\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nValor do livro: R$ 94\,90 \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
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