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SUMMARY:#8M na Casa Rosa
DESCRIPTION:No Dia Internacional da Mulher\, lançamento das atividades com aulas experimentais vai compor o “#8M Casa Rosa” \nMarço é o mês da mulher e também o início da temporada das Oficinas Casa Rosa\, que estão com inscrições abertas. O espaço cultural\, localizado no Rio Vermelho\, vai acolher uma série de cursos regulares ministrados por mulheres: “Teatro Ato – Atuar e Transformar”\, com Andréa Elia\, com turmas infantil\, juvenil e adulta; “Teatro de Terra – Lab Vivo de Corpo Voz Movimento e Magia”\, com Felícia de Castro; “Dance a vida após os 50”\, com Lúcia Mascarenhas; e “Dança do Ventre de Fusão”\, com Joline Andrade. \nJá no 8 de março\, Dia Internacional da Mulher\, aulas experimentais e show da Oficina de Sons marcam o “#8M Casa Rosa”. Às 17h30\, será a vez de testar “Dance a vida após os 50”; às 19h\, serão duas aulas diferentes: o projeto “Teatro de Terra – Lab Vivo de Corpo Voz Movimento e Magia” e a “Dança do Ventre de Fusão”. Para encerrar\, às 20h30\, chega a Oficina de Sons para o sarau “Música\, Dança\, Poesia”. Cada turma terá duração de uma hora e 30 vagas\, sendo necessária inscrição prévia\, no valor de R$ 15\, incluindo acesso ao show final\, em https://linktr.ee/casarosasalvador. \nQuem quiser participar apenas do sarau também será muito bem-vindo. A entrada\, neste sarau\, será colaborativa\, “pague quanto quiser”. Idealizado pela percussionista Poliana Coelho\, primeira mulher da Bahia bacharel em percussão pela Escola de Música da UFBA\, a Oficina de Sons\, que tem sede no bairro do Garcia\, reúne amantes da percussão\, dos tambores e dos ritmos brasileiros. Desde a sua fundação\, em 2017\, realiza shows\, cortejos e manifestações que enfatizam o protagonismo percussivo da mulher através da Orquestra de Pandeiros\, assim como da Batucada\, reunindo cerca de 40 componentes. No repertório\, samba reggae\, samba de roda\, samba funk\, partido alto\, capoeira\, ciranda\, ijexá e tudo que faça o corpo balançar.
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SUMMARY:Oficina de Teatro Ato – Atuar e Transformar
DESCRIPTION:Com: Andréa Elia \nQuando: De 13 de março a 12 de junho\, às segundas-feiras\nDas 16h30 às 18h: turma infantil\, entre 6 e 10 anos\nDas 18h às 19h30: turma juvenil\, entre 11 e 15 anos\nDas 19h30 às 21h: turma adulta \nQuanto: R$ 250 (mensal) \nInscrições: Pelo WhatsApp 71 99117-6714 ou e-mail cursoato@gmail.com \nPúblico-alvo: Destinada ao desenvolvimento de crianças e adolescentes com foco na convivência coletiva salutar\, pela promoção de atividades criativas presencias\, com benefícios na fala e desenvoltura psicocorporal\, sensorial e emocional. Para adultos\, destinada a profissionais cujo sucesso das ações passa pela comunicação\, assim como segmentos que buscam inserir atividades criativas\, promovendo um cotidiano mais alegre e transformador. \nSobre a oficina: Oficina de teatro terapêutico\, integrando atividades formativas voltadas ao bem-estar e desenvolvimento pessoal. “Atuar e Transformar” inspira a metodologia\, conferindo palco livre para que os participantes possam expressar criativamente diferentes expressões de sua personalidade\, promovendo protagonismo pela expansão da fala\, do corpo\, ideias e emoções. \nSobre Andréa Elia: Atriz\, arte-educadora\, diretora teatral e terapeuta junguiana. Artista empreendedora com mais de 35 anos de carreira nos palcos\, tendo se apresentado no Brasil\, Portugal\, Espanha e Rússia. Gestora e professora do Curso Ato de Teatro e diretora do Teatro da Cidade. Vencedora do Prêmio Braskem de Teatro de Melhor Atriz pelo desempenho no espetáculo “As velhas”\, de 2010.
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SUMMARY:Oficina Teatro de Terra – Lab Vivo de Corpo Voz Movimento e Magia
DESCRIPTION:Com: Felícia de Castro \nQuando: De 15 de março a 14 de junho\, às quartas-feiras\, das 19h às 21h \nQuanto: R$ 270 (mensal) e R$ 75 (aula avulsa) \nInscrições: Em https://bit.ly/teatrodeterra \nPúblico-alvo: Pessoas a partir de 18 anos \nSobre a oficina: Reúne conteúdos de arte\, magia\, ativismo\, brasilidades e performance\, desenvolvidos pela artista Felícia de Castro. O curso começou em 2020\, na versão online\, com o desejo de uma investigação permanente\, aberta e não-linear\, e agora se abre também à versão presencial. As aulas são práticas\, movendo a energia\, a voz e o corpo sensível\, tendo como eixos a dança\, o prazer\, o riso sagrado\, o encontro e a escuta do campo sensível. “Eu gosto de lembrar que o teatro\, em sua origem\, é canto\, dança\, brincadeira e rito\, e que\, assim\, a arte é essencialmente ligada à medicina. Criar é curar. Curar é criar”\, conta Felícia. Para além do produtivismo doentio e sentido utilitário (Krenak)\, é urgente o reencantamento. É urgente acessar\, através do corpo em atitude criativa\, as dimensões do sensível\, sensorial\, sensual e sexual. Em cada encontro\, são aprofundados conteúdos que são lastros de investigações desenvolvidas por Felícia há mais de 20 anos: criação\, dança genuína\, vulnerabilidade\, conexão humana\, escuta profunda\, organicidade e encontro\, comicidade\, tragicômico e expressão do grotesco\, riso sagrado\, voz no corpo\, criação com a voz no corpo\, canto e verticalidade+impulsos\, mitologias\, dilatação da presença\, a dança das emoções\, arte-ritual\, Dança Butoh\, danças brasileiras. O princípio é estar em movimento e em contato íntimo com a essência criadora: aquela que mantém a pulsão de vida. \nSobre Felícia de Castro: Artista-pesquisadora\, bacharel e mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Começou sua carreira em 1994 ao ingressar na graduação em Interpretação Teatral na Escola de Teatro da UFBA e consolidou sua formação através de diversos cursos ao longo dos anos com os grupos Odin Teatret (Dinamarca)\, Lume Teatro (São Paulo) e Piollin (Paraíba). Agregou em seu caminho artístico vivências espirituais\, terapêuticas\, antropológicas e culturais\, como experiências no Recôncavo Baiano e no Cariri cearense. A palhaçaria foi divisora de águas em sua vida pessoal e artística. A iniciação e trajetória na palhaçaria foi tema do documentário-ficção “Ridículos” (Paula Lice\, Ronei Jorge\, Rodrigo Luna\, 2015). Sua primeira experiência no cinema foi em “Central do Brasil” (Walter Salles\, 1998)\, em uma cena com Fernanda Montenegro\, e a mais recente foi em “Fundo do Céu” (Matheus Vianna\, 2019)\, na qual ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Inhapim Cine Festival. Em processos criativos\, experimentou no próprio corpo o encontro e a alquimia de toda pluralidade de formações e vivências\, descobrindo caminhos autênticos e compartilhando esses saberes em cursos\, vivências\, assessorias e espetáculos cênicos. Vivenciou e vivencia com paixão o conteúdo de diversas culturas brasileiras que remontam à origem viva\, ritualística e curativa do teatro. Seus fazeres tocam a dança\, os cantos\, o trabalho físico profundo\, a transcendência\, o estado de presença\, a exposição/aceitação de si e a pesquisa vocal. Criou os espetáculos “Rosário” e “Tudo Que Você Precisa É Amor”\, a jornada ““O Riso Que Habita o Ventre da Terra”\, o curso “Estados Criativos – O Canto do Corpo Tragicômico”\, entre outros. Ganhou o prêmio de melhor atriz\, junto com Flavia Marco\, pelo espetáculo “Jardim”\, no XII Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (CE). Dirigiu os espetáculos “S/TÍTULO – A Hora em Que Não Sabíamos Nada Uns dos Outros” (assistência de direção e cocriação com o Balé Teatro Castro Alves e Nehle Franke\, Bahia\, 2008)\, “Chuva” (Ponto de Cultura Galpão do Riso – Universidade Federal de Brasília\, Distrito Federal\, 2013)\, “Santa Maravilha Recebe – Entrevistas Performágicas” (em parceria com Paula Lice\, Bahia\, 2018)\, “Assaga” (em parceria com Marisa Riso\, São Paulo\, 2021) e “EuVira” (em parceria com Naia Pratta e Matheus Vianna\, Bahia-São Paulo\, 2021).
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SUMMARY:Oficina Dance a vida após os 50
DESCRIPTION:Com: Lúcia Mascarenhas \nQuando: De 22 de março a 14 de junho\, às quartas-feiras\, das 8h às 9h30 \nQuanto: R$ 180 (mensal) \nInscrições: Pelo WhatsApp (71) 99992-4196 \nPúblico-alvo: Pessoas a partir de 50 anos \nSobre a oficina: A dança contribui para que a pessoa idosa desenvolva a coordenação motora\, a agilidade\, o aprimoramento do esquema corporal\, a inteligência\, favorecendo ainda na melhoria na autoestima\, como também possibilitando uma forma de convívio saudável\, além do aumento do rol de relações sociais\, lazer e saúde. Dançar desperta emoções positivas\, prazer e socialização. Dito de outro modo\, a dança se configura como um recurso terapêutico na melhor idade\, ajudando na capacidade de enfrentar o estresse\, a tensão do dia a dia\, a ansiedade e a depressão. Nesse contexto\, a oficina “Dance a vida após os 50” busca\, para além da conscientização corporal e fortalecimento das atividades motoras\, melhorar o processo de envelhecimento e\, consequentemente\, tornar a vida mais fácil e prazerosa. A metodologia é prática-vivencial\, tomando como ponto de partida o ritmo da própria aluna\, utilizando jogos corporais sensoriais e teatrais. \nSobre Lúcia Mascarenhas: Coreógrafa e professora de dança e expressão corporal\, com formação em dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e especialização em Coreografia. Foi responsável pela formação técnica de dançarinos e atores na Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb). Atualmente\, desenvolve trabalhos corporais individuais ou em grupo.
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SUMMARY:Flua
DESCRIPTION:O projeto Sensatio-Bebê Encena\, criado em 2019 pela artista e educadora Bruna Paiva e patrocinado pela Petrobras via Lei de Incentivo à Cultura\, traz para Salvador e Santo Amaro uma programação cultural que contempla atividades de espetáculo\, residência artística e oficina dentro da área cênica. \nO destaque é o espetáculo para bebês “Flua”\, que terá sessões gratuitas nos dias 25 e 26 de março no Teatro Cambará da Casa Rosa (ingressos podem ser reservados em www.brunapaiva.com/flua). Para as famílias que ainda não conhecem este tipo de produção\, a diretora Bruna Paiva explica que a ideia é que o público de bebês entre em cena para se expressar\, seja tocando nos materiais do cenário ou se relacionando com os performers. \n“É um espetáculo que propõe uma experiência sensorial\, interativa e imersiva para bebês de 0 a 3 anos e suas famílias. Esta experiência acontece em uma instalação criada com materialidades maleáveis que se transformam na medida em que as relações com o público vão se estabelecendo. Assim\, a partir de um diálogo responsivo\, o espetáculo propõe que bebês entrem na cena e convivam juntos nesta história sobre a impermanência\, incertezas e fluidez dos encontros”\, descreve ela. \nDiferentes seres das águas emergem do imaginário para brincar com o público infantil\, que\, coletivamente\, compõem paisagens efêmeras feitas de nuvens\, rios\, gotas\, mares\, ventos\, chuvas\, sereias\, pássaros e outras imagens que se revelam no fluxo dos encontros. Com concepção e direção de Bruna Paiva\, performance de Raoni Garcia e Camila Miranda\, ambientação sonora de Talita Vinagre\, iluminação e cenografia de Roma Muniz e figurinos de San Pestana\, o espetáculo\, que já passou por São Paulo e Santos\, chega agora na Bahia para encerrar sua itinerância. \nÉ importante pontuar que a proposta de gratuidade só foi possível pelo fato de o projeto ter sido uma das iniciativas selecionadas em 2019 na chamada Petrobras Cultural para Crianças na categoria Artes Cênicas\, que recebeu 938 inscrições de projetos voltados para a primeira infância e destinou R$ 4 milhões para oito projetos deste segmento artístico. “A possibilidade de realizar uma montagem inédita para bebês não seria possível sem o patrocínio da Petrobras\, já que esta modalidade teatral ainda é pouco valorizada no território brasileiro”\, comenta Bruna. \nAproveitando os eventos da capital baiana neste período\, a diretora ampliou sua agenda e propôs a realização de atividades formativas para o público de estudantes\, educadores\, artistas ou outras pessoas interessadas em atuar com bebês de 0 a 3 anos. Além de residência realizada na Universidade Federal da Bahia e participação no Observatório do Teatro para as Infâncias e Juventudes\, Bruna Paiva ministrará a oficina “Flua: Artes e convivência com as infâncias” na Casa Rosa\, no dia 24 de março\, das 19h às 21h\, trazendo exercícios de presença e experimentação junto às materialidades do cenário do espetáculo “Flua” e a discussão sobre a criação de novas convivências com bebês no contexto cotidiano\, escolar e artístico. Voltada a artistas da cena\, música\, artes visuais\, educadores ou qualquer outra vocação que tenha interesse em atuar com o público de bebês em seus trabalhos\, a oficina tem inscrição no valor de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, disponível em www.brunapaiva.com/flua. \nOficina “Flua – Artes e convivência com as infâncias”\nQuando: 24 de março de 2023 (sexta-feira)\, 19h às 21h\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nInscrições em: www.brunapaiva.com/flua \nEspetáculo “Flua”\nQuando:\n25 de março de 2023 (sábado)\, 11h\n26 de março de 2023 (domingo)\, 11h e 16h\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: Gratuito\nReserva de ingressos em: www.brunapaiva.com/flua
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SUMMARY:Ricardo Bacelar
DESCRIPTION:Batizado de “Congênito”\, título de um clássico de Luiz Melodia\, o quinto álbum solo do músico\, compositor\, arranjador e produtor Ricardo Bacelar é um projeto de intérprete. É este trabalho que poderá ser visto em Salvador\, no dia 25 de março (sábado)\, na Casa Rosa\, no Rio Vermelho. O músico cearense está à frente dos vocais\, em um repertório escolhido a dedo: “Busquei montar um mosaico de ritmos e reunir músicas de que eu gosto e que têm entre si uma unidade. Não quis gravar composições minhas: me apropriei do discurso\, das canções\, e busquei trazer releituras”\, define Ricardo. \nDentre os compositores escolhidos\, sete são nordestinos\, como Bacelar. Os parceiros Lenine e Lula Queiroga (“O último pôr do sol”); Caetano Veloso (“A tua presença morena”); Gilberto Gil (“Estrela”); Belchior (“Paralelas”); Djavan (“Lambada de serpente”; e Chico Cesar\, parceiro de Ivan Lins e Victor Martins em “Soberana Rosa”\, ou “She walks this earth”\, na versão para o inglês gravada em “Congênito”. \nCanções de Chico Buarque (“Morena dos olhos d’água”)\, Adriana Calcanhotto (“Mentiras”)\, Jorge Mautner e Nelson Jacobina (“Maracatu Atômico”)\, Dori Caymmi e Paulo Cesar Pinheiro (“Estrela da terra”)\, a canção título de Luiz Melodia e o clássico samba-canção “É preciso perdoar” (Carlos Coqueijo/Alcyvando Luz) completam a seleção. \nNão é a primeira vez que Bacelar assume sua faceta de cantor. Desde os tempos do Hanoi Hanoi\, grupo que se destacou nos anos 1980 e no qual entrou aos 18 anos\, ele já fazia vocais. “Nos 11 anos de estrada com o Hanoi Hanoi\, aprendi muito. Era muito intenso\, porque o rock é uma linguagem visceral. Em paralelo à banda fui para outros projetos\, gravando e produzindo com vários artistas. Passei a compor para cinema\, publicidade\, teatro e televisão. Foi muito importante para o meu crescimento”\, pontua. \nNa construção de sua sólida carreira solo\, a intimidade de Ricardo Bacelar com o microfone foi crescendo em meio a projetos instrumentais. Além dos singles “Nada será como antes”\, ao lado de Delia Fischer\, e “Vício elegante”\, parceria com Belchior\, Bacelar gravou os vocais de “Oh mana deixa eu ir” em seu elogiado álbum “Sebastiana” (2018). “Passei a praticar o canto como uma nova linguagem em meus shows. Foi um processo que veio espontaneamente: quando me vi\, já estava cantando”. Avesso a rótulos\, Bacelar acredita que é fundamental ter liberdade para ousar: “Nunca gostei de ficar rotulado\, dentro de uma caixinha. Como toco muitos instrumentos\, posso transitar pelos mundos da música instrumental\, da música popular\, da música erudita\, e isso é muito bom”. \nAlém do Brasil\, Ricardo Bacelar está lançando “Congênito” no exterior\, com ênfase nos mercados dos Estados Unidos e Japão. Os álbuns “Sebastiana” e “Ao vivo no Rio” entraram no Top 50 de execução das rádios de jazz dos EUA. “Acho que o que chama atenção lá fora é essa carga de brasilidade da música que eu faço. A nossa cultura é riquíssima\, traz muitos elementos da África\, da Europa\, e tem uma mistura com o jazz americano que trouxe a bossa nova”\, finaliza. \nO show é uma realização de Ricardo Bacelar e Íris Produções. \nRicardo Bacelar – “Congênito”\nQuando: 25 de março de 2023 (sábado)\nAbertura da casa: 21h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 84 (inteira) | R$ 42 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: 16 anos
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