BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//casa rosa - ECPv6.13.2.1//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:casa rosa
X-ORIGINAL-URL:https://casarosasalvador.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para casa rosa
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20250101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250206T190000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250323T190000
DTSTAMP:20260424T061552
CREATED:20250127T184355Z
LAST-MODIFIED:20250226T201513Z
UID:1893-1738868400-1742756400@casarosasalvador.com.br
SUMMARY:Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada
DESCRIPTION:Com obras expostas no Inhotim e bem recebidas em mostras solos e coletivas em grandes cidades como São Paulo\, Londres e Nova Iorque\, o artista Aislan Pankararu terá pela primeira vez um conjunto de seu trabalho em exposição na Bahia. Em “Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada”\, com curadoria de Brás Moreau Antunes\, 10 pinturas inéditas estarão reunidas juntamente com “A Redescoberta”\, trabalho gigantesco que representou sua premiação no XV Prêmio PIPA de Arte Contemporânea\, em 2024. Este será exibido em confluência com obras de dois importantes artistas soteropolitanos: Alberto Pitta e Carlinhos Brown\, numa conversa que une potências de forças ancestrais. A Casa Rosa abre a mostra em evento público no dia 6 de fevereiro\, às 19h\, tendo visitação gratuita até 16 de março\, de terça a domingo\, das 13h às 19h. \nAislan Pankararu é originário do povo indígena Pankararu e nasceu em 1990 em Petrolândia\, interior do estado de Pernambuco. É pintor\, escultor\, artista visual e médico\, formado pela Universidade de Brasília. Reconhecido como um dos mais importantes jovens artistas plásticos brasileiros\, está vivendo seu retorno ao Nordeste\, depois de morar em diferentes lugares do Brasil\, e se estabelece a partir de agora na capital baiana. \n“As obras da exposição foram criadas em 2024\, numa linha de trabalho que durante um tempo me privei de fazer: o trabalho com cores. No retorno ao Nordeste\, em contato com Salvador e a Baía de Todos os Santos\, voltei a me sentir confortável com o colorido intenso\, que expressa tudo que essa região representa para mim”\, conta Aislan Pankararu. “Então existe um conforto\, uma celebração desse lugar\, da minha origem\, do bioma que é cenário de minha vida: a caatinga\, que está em meu DNA. Também tem a bagagem da medicina\, e não só a medicina da academia\, mas também aquela resguardada em minha ancestralidade\, ligada a um outro universo. É a beleza de juntar tudo isso\, é uma experiência intuitiva e regenerativa. É preciso renordestinizar!”\, completa ele. \n“A pintura de Aislan habita outras dimensões\, talvez de número complexo\, é uma visualização totalmente mágica para um olhar condicionado. São como fagulhas em uma noite escura: não revelam absolutamente nada da infinitude\, mas pequenos vislumbres que permitem-nos perceber que existe muito mais diante de nós\, da vida\, do que aquilo que podemos estar acostumados a ver”\, descreve o curador Brás Moreau Antunes\, que continua: “Àqueles próximos\, um preenchimento e compreensão total; aos que se aproximam\, uma aparição revolucionária\, de perspectiva reversa – ao mesmo tempo micro e macro\, muito além da estrutura cartesiana. Algo que somente a conexão da ancestralidade originária é capaz de evocar”. \nA exposição “Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada” representa um caloroso abraço em toda esta trajetória e as boas-vindas a Salvador\, celebrando a criação livre e solar de Aislan Pankararu. Na Galeria da Casa Rosa\, no térreo\, estará “A Redescoberta”\, pintura sobre tecido de 6\,10 por 3\,80 metros\, que foi exposta no Paço Imperial do Rio de Janeiro\, na mostra Prêmio PIPA 2024. Diante dela\, trabalhos visuais de Alberto Pitta e Carlinhos Brown apresentam uma conexão estética pelo uso de cores vibrantes e da fluidez entre o figurativo e o abstrato\, mas também conjugam a dimensão afetiva: dos encontros e das trocas férteis. No 1º andar\, 10 obras produzidas na Bahia\, todas com 60 por 90 centímetros\, enchem de cores uma rota em espiral\, com títulos como “Força da caatinga”\, “Inflamação sertaneja”\, “Cura pela água salgada”\, “O poder do semiárido” e “Voltei\, Nordeste\, meu amor”. \nCaatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada\nExposição de Aislan Pankararu\nCuradoria: Brás Moreau Antunes\nAbertura: 6 de fevereiro de 2025 (quinta-feira)\, 19h\nVisitação: 7 de fevereiro a 23 de março\, terça a domingo\, 13h às 19h\nRecesso de carnaval de 1º a 5 de março\nOnde: Galeria da Casa Rosa\nPraça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia\nQuanto: Entrada franca
URL:https://casarosasalvador.com.br/evento/caatinga-fractal/
LOCATION:Galeria dos Ventos
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://casarosasalvador.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Exposicao-Foto-por-Ricardo-Prado-4.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250314T200000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T190000
DTSTAMP:20260424T061552
CREATED:20250219T163650Z
LAST-MODIFIED:20250226T202059Z
UID:1908-1741982400-1743361200@casarosasalvador.com.br
SUMMARY:Monocontos – Elas Fantasiam o Tempo
DESCRIPTION:Uma árvore enraíza saberes\, três mulheres tecem histórias e reverenciam suas ancestralidades\, o místico e o feminino: estes são os fundamentos do espetáculo “Monocontos – Elas Fantasiam o Tempo”. Dirigido por Ridson Reis e com dramaturgia de Elisio Lopes Jr.\, a montagem do Coletivo Meio Tempo se desenrola ao redor de uma árvore de macramê\, e convida o público a entrar nesse terreiro de memórias e histórias. Ao longo da atividade tecelã\, as personagens refletem o destino dos seres humanos e revistam as histórias de importantes personalidade femininas negras. Mais do que um espetáculo\, “Monocontos” é uma experiência imersiva\, onde os sentidos são aguçados e outras formas de escuta são ativadas. \nO espetáculo é a ação que encerra o projeto Caravana do Meio Tempo\, contemplado pelo edital Gregórios – Ano III\, com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador e da Lei Paulos Gustavo\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. \nMonocontos – Elas Fantasiam o Tempo \nQuando: 14 a 30 de março de 2025\nSextas e sábados\, 20h\nDomingos\, 19h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: Livre \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
URL:https://casarosasalvador.com.br/evento/monocontos/
LOCATION:Teatro Cambará
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://casarosasalvador.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Monocontos-card.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250314T220000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250314T233000
DTSTAMP:20260424T061552
CREATED:20250226T163325Z
LAST-MODIFIED:20250226T163325Z
UID:1923-1741989600-1741995000@casarosasalvador.com.br
SUMMARY:Cajá - Ressaca de Carnaval
DESCRIPTION:Depois de um pré-carnaval encantando o público com o que de melhor tem na música festiva da Bahia e do Brasil\, a Cajá volta à Casa Rosa para a ressaca da folia no dia 14 de março (sexta-feira)\, às 22h. Nova e vibrante formação musical de Salvador\, a banda enche de cor e brilho os ritmos populares brasileiros\, executados com toda competência em performance enérgica e cativante. Ingressos estão à venda pela Sympla. \nCriada em 2024\, a Cajá faz festa contemporânea e autêntica\, que resgata traços importantes da tradição musical da canção desde a década de 1970 até a atualidade\, incluindo composições autorais em seu repertório. Da psicodelia setentista ao carnaval baiano\, cria uma atmosfera que eleva os pés do chão e põe os corações nas nuvens. Delícia tropical\, memórias afetivas\, alegria e muito axé. \nComposta por experientes músicos baianos\, a Cajá é Bruno Aranha (teclado)\, Carla Suzart (baixo)\, Victor Brasil (bateria)\, Tarcísio Santos (guitarra) e Guigga (voz). \nCAJÁ – RESSACA DE CARNAVAL\nQuando: 14 de março de 2025 (sexta-feira)\nAbertura da Casa: 21h\nInício do show: 22h\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto:\n1º lote: R$ 40 | R$ 28 (Clube Correio*)\n2º lote: R$ 50 | R$ 35 (Clube Correio*)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nClassificação indicativa: 18 anos
URL:https://casarosasalvador.com.br/evento/caja-ressaca-de-carnaval/
LOCATION:Pátio Viração – Casa Rosa
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://casarosasalvador.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Caja-card-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250315T150000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250315T180000
DTSTAMP:20260424T061552
CREATED:20250310T204212Z
LAST-MODIFIED:20250314T035500Z
UID:1938-1742050800-1742061600@casarosasalvador.com.br
SUMMARY:Visitas guiadas: Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada
DESCRIPTION:Aberta em fevereiro\, a exposição “Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada”\, do premiado artista pernambucano Aislan Pankararu\, segue até 23 de março na Casa Rosa\, com visitação de terça a domingo\, das 13h às 19h. A mostra\, que tem curadoria de Brás Moreau Antunes\, também inclui obras de Alberto Pitta e Carlinhos Brown\, num diálogo de visualidades vibrantes e forças ancestrais\, contando com recurso de audiodescrição e ocupando um espaço com acessibilidade arquitetônica. Uma agenda especial acontece nesta reta final: no dia 15 de março (sábado)\, visitas guiadas com tradução em Libras são oferecidas em dois horários\, às 15h e às 17h. Toda a programação é gratuita. \nNascido em 1990 e premiado no XV Prêmio PIPA de Arte Contemporânea em 2024\, Aislan Pankararu tem obras expostas em espaços renomados\, como o Inhotim\, e bem recebidas em mostras solos e coletivas em grandes cidades como São Paulo\, Londres e Nova Iorque. É pintor\, escultor\, artista visual e médico\, formado pela Universidade de Brasília. Originário do povo Pankararu\, seu nome vem ecoando com reconhecimento e destaque no circuito das artes visuais do Brasil. Depois de morar em diferentes lugares do país\, ele se estabelece agora na capital baiana\, e esta exposição representa um abraço de boas-vindas. \n“As obras da exposição foram criadas em 2024\, numa linha de trabalho que durante um tempo me privei de fazer: o trabalho com cores. No retorno ao Nordeste\, em contato com Salvador e a Baía de Todos os Santos\, voltei a me sentir confortável com o colorido intenso\, que expressa tudo que essa região representa para mim”\, conta Aislan Pankararu. “Então existe um conforto\, uma celebração desse lugar\, da minha origem\, do bioma que é cenário de minha vida: a caatinga\, que está em meu DNA. Também tem a bagagem da medicina\, e não só a medicina da academia\, mas também aquela resguardada em minha ancestralidade\, ligada a um outro universo. É a beleza de juntar tudo isso\, é uma experiência intuitiva e regenerativa. É preciso renordestinizar!”\, completa ele. \nNa Galeria da Casa Rosa\, no térreo\, está a imponente “A Redescoberta”\, pintura sobre tecido de 6\,10 por 3\,80 metros\, que foi exposta no Paço Imperial do Rio de Janeiro\, na mostra Prêmio PIPA 2024. Diante dela\, trabalhos visuais de Alberto Pitta e Carlinhos Brown apresentam uma conexão estética pelo uso de cores e da fluidez entre o figurativo e o abstrato. No 1º andar\, 10 obras inéditas\, produzidas na Bahia\, todas com 60 por 90 centímetros\, enchem de vitalidade uma rota em espiral\, com títulos como “Força da caatinga”\, “Inflamação sertaneja”\, “Cura pela água salgada”\, “O poder do semiárido” e “Voltei\, Nordeste\, meu amor”. \n \nCaatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada\nExposição de Aislan Pankararu\nCuradoria: Brás Moreau Antunes\nArtistas convidados: Alberto Pitta e Carlinhos Brown\nVisitação: Até 23 de março\, terça a domingo\, 13h às 19h\nOnde: Galeria da Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: Entrada franca\nAcessibilidade: Recurso de audiodescrição das obras e arquitetura acessível \nPROGRAMAÇÃO ESPECIAL\nVisitas guiadas com tradução em Libras\nQuando: 15 de março (sábado)\, 15h e 17h
URL:https://casarosasalvador.com.br/evento/visitas-guiadas-caatinga-fractal/
LOCATION:Galeria dos Ventos
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://casarosasalvador.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Aislan-Pankararu-card-visitas.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250316T173000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250316T193000
DTSTAMP:20260424T061552
CREATED:20250310T192559Z
LAST-MODIFIED:20250310T192659Z
UID:1933-1742146200-1742153400@casarosasalvador.com.br
SUMMARY:Cacau & Chocolate Brasil
DESCRIPTION:Um evento sensorial e imersivo para descobrir o cacau brasileiro em Salvador. No dia 16 de março\, a Casa Rosa será palco de uma experiência única que une gastronomia\, cultura\, design\, literatura\, turismo de experiência\, sustentabilidade e arte. O evento Cacau & Chocolate Brasil: Cultura\, História e Sabores convida participantes a uma jornada pelos sentidos\, explorando o chocolate brasileiro em sua forma mais autêntica. \nO encontro será conduzido por Juliana Ustra\, engenheira química e especialista no mercado de cacau e chocolate desde 2010. Criadora da Expedição Cacau e Chocolate do Brasil\, Juliana percorre o país estudando e divulgando a riqueza do cacau nacional\, conectando produtores\, marcas e consumidores a um universo sustentável e inovador. \nO que esperar do evento?\nDegustação guiada e sensorial – Uma experiência que explora as origens e terroirs do cacau brasileiro\, com chocolates bean to bar e tree to bar cuidadosamente selecionados.\nBate-papo cultural – Reflexões sobre a história do cacau\, sua relação com a brasilidade\, literatura e arte.\nSustentabilidade e saudabilidade – Como o chocolate brasileiro está conectado à preservação da Amazônia e da Mata Atlântica.\nBranding\, design e storytelling – Como o chocolate nacional se posiciona no mercado e constrói uma identidade única. \nQuem deve participar?\nO evento é ideal para apaixonados por gastronomia autêntica\, experiências sensoriais\, histórias envolventes e cultura brasileira. Uma oportunidade imperdível para explorar a riqueza do cacau nacional de forma inovadora e envolvente. \nSobre Juliana Ustra\nJuliana Ustra é especialista no mercado de cacau e chocolate brasileiro desde 2010. Engenheira química com pós-graduação em storytelling e escrita criativa para negócios\, é idealizadora do projeto Expedição Cacau e Chocolate do Brasil\, onde explora a produção de chocolates bean to bar e tree to bar pelo país\, promovendo experiências sensoriais e conteúdo especializado sobre a cadeia produtiva do cacau. \nCacau & Chocolate Brasil: Cultura\, História e Sabores\nQuando: 16 de março de 2025 (domingo)\, 17h30 às 19h30\nOnde: Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 100 por participante\nReservas somente antecipadas\nGaranta sua vaga pelo WhatsApp: 53 99102-4514\nInstagram: @chocolatenobrasil\nBlog: chocolatenobrasil.blogspot.com.br\nLinkedIn: Juliana Recuero Ustra
URL:https://casarosasalvador.com.br/evento/cacau-chocolate-brasil/
LOCATION:Mezanino Casa Rosa
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://casarosasalvador.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Cacau-Chocolate-Brasil-Foto-por-Eduarda-Castilhos-8.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250318T170000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250318T203000
DTSTAMP:20260424T061552
CREATED:20250310T204729Z
LAST-MODIFIED:20250316T202735Z
UID:1941-1742317200-1742329800@casarosasalvador.com.br
SUMMARY:Lançamento de catálogo\, filme e bate-papo: Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada
DESCRIPTION:Aberta em fevereiro\, a exposição “Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada”\, do premiado artista pernambucano Aislan Pankararu\, será estendida por mais uma semana e seguirá até 23 de março na Casa Rosa\, com visitação de terça a domingo\, das 13h às 19h. A mostra\, que tem curadoria de Brás Moreau Antunes\, também inclui obras de Alberto Pitta e Carlinhos Brown\, num diálogo de visualidades vibrantes e forças ancestrais\, contando com recurso de audiodescrição e ocupando um espaço com acessibilidade arquitetônica. No dia 18 de março (terça-feira)\, acontece o lançamento do catálogo da exposição\, que reúne fotos e textos inéditos\, assinados pelo artista e pelo curador e também por Ailton Krenak\, Bia Pankararu\, Carlinhos Brown\, Juliana Crispe\, Felipe Tuxá e Leandro Bulhões. A publicação será celebrada com a exibição do filme “Rama Pankararu”\, às 17h\, e um bate-papo com o artista e convidados\, às 19h – Aislan Pankararu se une a Bia Pankararu\, produtora cultural e audiovisual\, protagonista e corroteirista do filme\, e Felipe Tuxá\, doutor em Antropologia Social e professor de Etnologia Indígena na Universidade Federal da Bahia\, para um encontro de protagonismo indígena. Toda a programação é gratuita. \nNascido em 1990 e premiado no XV Prêmio PIPA de Arte Contemporânea em 2024\, Aislan Pankararu tem obras expostas em espaços renomados\, como o Inhotim\, e bem recebidas em mostras solos e coletivas em grandes cidades como São Paulo\, Londres e Nova Iorque. É pintor\, escultor\, artista visual e médico\, formado pela Universidade de Brasília. Originário do povo Pankararu\, seu nome vem ecoando com reconhecimento e destaque no circuito das artes visuais do Brasil. Depois de morar em diferentes lugares do país\, ele se estabelece agora na capital baiana\, e esta exposição representa um abraço de boas-vindas. \n“As obras da exposição foram criadas em 2024\, numa linha de trabalho que durante um tempo me privei de fazer: o trabalho com cores. No retorno ao Nordeste\, em contato com Salvador e a Baía de Todos os Santos\, voltei a me sentir confortável com o colorido intenso\, que expressa tudo que essa região representa para mim”\, conta Aislan Pankararu. “Então existe um conforto\, uma celebração desse lugar\, da minha origem\, do bioma que é cenário de minha vida: a caatinga\, que está em meu DNA. Também tem a bagagem da medicina\, e não só a medicina da academia\, mas também aquela resguardada em minha ancestralidade\, ligada a um outro universo. É a beleza de juntar tudo isso\, é uma experiência intuitiva e regenerativa. É preciso renordestinizar!”\, completa ele. \nNa Galeria da Casa Rosa\, no térreo\, está a imponente “A Redescoberta”\, pintura sobre tecido de 6\,10 por 3\,80 metros\, que foi exposta no Paço Imperial do Rio de Janeiro\, na mostra Prêmio PIPA 2024. Diante dela\, trabalhos visuais de Alberto Pitta e Carlinhos Brown apresentam uma conexão estética pelo uso de cores e da fluidez entre o figurativo e o abstrato. No 1º andar\, 10 obras inéditas\, produzidas na Bahia\, todas com 60 por 90 centímetros\, enchem de vitalidade uma rota em espiral\, com títulos como “Força da caatinga”\, “Inflamação sertaneja”\, “Cura pela água salgada”\, “O poder do semiárido” e “Voltei\, Nordeste\, meu amor”. \nFilme “Rama Pankararu” – Estreado em 2022\, “Rama Pankararu” é um filme premiado sobre a resistência da comunidade indígena Pankararu\, localizada no sertão de Pernambuco. O longa-metragem\, dirigido por Pedro Sodré\, é do gênero “cinema-verdade”\, ou seja\, ficção ancorada na realidade e com elenco também de pessoas reais que representam seus próprios personagens. Esta ideia foi facilitada pelo encontro com Bia Pankararu\, indicada para o trabalho de produção\, mas que logo passou a ser protagonista e corroteirista do filme. Mulher indígena\, sertaneja\, mãe\, LGBTQ+\, produtora cultural e audiovisual\, Bia é também ativista pelos direitos humanos e ambientais e comunicadora da Rede Povo Pankararu. \n“Rama Pankararu” narra a história de uma jornalista que sai do Rio de Janeiro para cobrir um incêndio criminoso em uma escola da localidade\, após as eleições de 2018. O incêndio foi real e aconteceu na comunidade Bem Querer de Baixo\, no município de Jatobá\, durante a apuração do segundo turno da eleição presidencial que elegeu Jair Bolsonaro. Além da escola\, um posto de saúde também foi incendiado em retaliação à luta pelo direito à terra e à vida do povo Pankararu. \nCaatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca\, Água Doce e Água Salgada\nExposição de Aislan Pankararu\nCuradoria: Brás Moreau Antunes\nArtistas convidados: Alberto Pitta e Carlinhos Brown\nVisitação: Até 23 de março\, terça a domingo\, 13h às 19h\nOnde: Galeria da Casa Rosa (Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: Entrada franca\nAcessibilidade: Recurso de audiodescrição das obras e arquitetura acessível \nPROGRAMAÇÃO ESPECIAL\n18 de março (terça-feira)\n17h: Exibição do filme “Rama Pankararu”\n19h: Lançamento do catálogo e bate-papo com Aislan Pankararu\, Bia Pankararu e Felipe Tuxá
URL:https://casarosasalvador.com.br/evento/lancamento-catalogo/
LOCATION:Galeria dos Ventos
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://casarosasalvador.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Aislan-Pankararu-card-catalogo.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250319T190000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250321T120000
DTSTAMP:20260424T061552
CREATED:20250314T034823Z
LAST-MODIFIED:20250314T034823Z
UID:1957-1742410800-1742558400@casarosasalvador.com.br
SUMMARY:Mínimos Óbvios
DESCRIPTION:Com artistas e pesquisadores de grande renome\, tanto nacional quanto internacional – como Ciro Barcelos (Dzi Croquettes)\, Edy Star (The Rock Horror Show); Lawrence La Fountain-Stokes (Universidade de Michigan)\, Steven Fred Butterman (Universidade de Miami); Rodolfo García Vásquez\, autor e diretor d’Os Satyros (SP Escola de Teatro)\, Newton Moreno\, entre outros –\, o festival científico-cultural “Mínimos Óbvios”\, uma das importantes ações da companhia artística ATeliê voadOR\, desde a sua fundação em 2002\, chega à sua terceira edição em 2025\, tendo como mote o “Teatro a uma voz”. \nCom uma programação totalmente gratuita\, o evento ocorre entre 17 e 21 de março\, na FACOM\, na Universidade Federal da Bahia\, e na Casa Rosa\, no Rio Vermelho. Esta edição tem o apoio da Capes\, através do Edital PAEP. A partir de 2025\, o “Mínimos Óbvios” se pretende um evento anual de celebração da contribuição da comunidade LGBT+ para o teatro – no passado e no presente. \n“O Festival é uma plataforma que cria novas oportunidades de visibilidade e afirmação para artistas e obras teatrais existentes e emergentes queer sub-representadas\, e a celebração das diversas vidas\, experiências e histórias de artistas\, público e comunidade”\, afirma um dos idealizadores\, o professor e pesquisador Djalma Thürler\, também integrante fundador da ATeliê voadOR\, que\, junto com Duda Woyda\, Talis Castro e Leandro Colling\, organiza esta edição. \nFestivamente queer\nEm parceria com o NuCuS (Núcleo de Pesquisa e Extensão em Cultura e sexualidade)\, da UFBA\, “Mínimos Óbvios” é inspirado em festivais como o National Queer Theater e o Dublin Gay Theatre Festival. Sintonizados com o que vem ocorrendo no Brasil e no mundo\, vide a proposta do Masp/SP para 2024\, cuja programação foi dedicada às histórias LGBT+ ao redor do mundo e suas conexões com a cultura\, o objetivo do “Mínimos Óbvios – Ano 3” é fomentar e impulsionar o crescimento da pesquisa e dos setores criativos LGBT+\, oferecendo momentos de reflexão\, celebração e\, em alguns casos\, de destruição\, “à medida em que olhamos para trás para honrar as nossas histórias queer e\, para a frente\, para forjar caminhos para o nosso futuro queer”\, afirma Djalma Thürler. \nProgramação\nA abertura será dia 17 de março\, às 19h\, no Auditório da Faculdade de Comunicação (UFBA)\, em Ondina\, com a Conferência “O que o queer tem a ver com isso? Queernormatividade e Heterobrasilidade na Exposição Queermuseu”\, que tem como convidado especial o professor titular de Línguas e Literaturas Modernas e diretor de Estudos Luso-Afro-Brasileiros da Universidade de Miami\, Steven Fred Butterman\, reconhecido internacionalmente e que tem publicado extensivamente nas áreas de estudos de gênero\, culturais\, imigração\, literários\, teoria e estudos diaspóricos queer. \nEm 2021\, Butterman publicou um terceiro livro\, intitulado “Queering & Querying the Paradise of Paradox: LGBT+ Language\, New Media & Visual Cultures in Modern-Day Brazil”\, examinando desenvolvimentos sociopolíticos recentes nos movimentos sociais para promoção de direitos humanos para minorias sexuais no Brasil. A Conferência de abertura é baseada neste livro. \nAlém deste livro\, o pesquisador já publicou “Perversions on Parade: Brazilian Literature of Transgression and Postmodern Anti-Aesthetics in Glauco Mattoso” (2005)\, em que analisa a produção cultural “marginal” sob a ditadura militar do Brasil (1964-1985); e “(In)visibilidade vigilante: Representações midiáticas da maior parada gay do planeta”\, uma análise para entender a seguinte contradição: o Brasil “palco” da maior parada do orgulho gay do planeta\, é também o país com maior número de crimes de ódio perpetrados contra cidadãos identificados como LGBT. \nApós esta ação\, a programação do “Mínimos Óbvios” vai para a Casa Rosa. No dia 19\, às 19h\, o festival contará com as presenças dos multiartistas Ciro Barcelos e Edy Star\, que participarão da segunda conferência intitulada “Teatro Fora da Curva”\, para falarem sobre o teatro que fizeram nos anos 70 e que não estão nos livros de história do teatro brasileiro. \nCiro Barcelos\, bailarino\, coreógrafo\, ator e cantor\, fez parte do elenco original do icônico Dzi Croquettes\, grupo com características de teatro musical\, com doses de deboche e humor\, que questionava os padrões de gênero. Já Edy Star é um multiartista baiano de Juazeiro que integrou o programa “A Hora da Criança”\, na Rádio Sociedade da Bahia; participou do disco “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista”\, com Raul Seixas\, Sérgio Sampaio e Miriam Batucada; e lançou em 2024 o filme “Antes que me esqueçam” e o livro “Eu só fiz viver: a história oral desavergonhada de Edy Star”. \nNo dia 20 de março\, também na Casa Rosa\, às 19h\, ocorre a primeira “Long Table”\, uma mesa de jantar em que o prato principal é a conversa que reunirá artistas e pesquisadores sobre o tema “A cena LGBT e o teatro brasileiro”\, uma reflexão sobre estratégias e grupos de diferentes momentos históricos da cena LGBT no teatro brasileiro. Participam Alberto Ferreira da Rocha Junior (UFSJ); Newton Moreno\, cofundador do grupo Os Fofos Encenam (São Paulo); Denni Sales (PPGAC/UFBA); Márcia Dailyn\, atriz d’Os Satyros e primeira bailarina travesti do Teatro Municipal de São Paulo (Os Satyros/SP); e Djalma Thürler (UFBA). \nA segunda “Long table”\, no dia 21 de março\, às 09h30\, girará em torno do tema “Existe um teatro de autoria queer? As lokas e a estética do teatro”\, em que os artistas e pesquisadores convidados falarão sobre a construção de um “teatro de autoria queer” no Brasil\, especialmente\, durante o decênio 2000-2010\, e uma reflexão interdisciplinar entre o movimento queer e o teatro contemporâneo. Participam desta mesa Rodrigo Dourado (UFPE)\, Leandro Colling (UFBA)\, Lawrence La Fountain-Stokes (Universidade de Michigan)\, Rodolfo García Vásquez (SP Escola de Teatro/Os Satyros)\, Duda Woyda (CNPq/UFBA)\, Georgenes Isaac (PPGAC/UFBA) e Igor Epifânio (Pós-Cultura/UFBA). \nPara encerrar festivamente\, o “Mínimos Óbvios” realiza na noite do dia 21 de março\, a partir das 20h\, no Gambiarra Boteco\, a CARNAVALIZAÇÃO\, um espaço para a festa do encontro\, de integração e intercâmbio entre todos os atores envolvidos: convidados\, público e os profissionais locais. Além de cenas pop-ups pensadas especialmente para esta edição. É um espaço democrático para a participação popular e de improviso\, incluindo performances induzidas pela produção. O Gambiarra fica na Rua Alagoinhas\, nº 56\, no Rio Vermelho.
URL:https://casarosasalvador.com.br/evento/minimos-obvios/
LOCATION:Teatro Cambará
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://casarosasalvador.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Card.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250327T200000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250327T213000
DTSTAMP:20260424T061552
CREATED:20250318T141945Z
LAST-MODIFIED:20250318T153048Z
UID:1969-1743105600-1743111000@casarosasalvador.com.br
SUMMARY:Quinta da Casa: Nariz de Cogumelo
DESCRIPTION:27 de março é o Dia Nacional do Circo e a Casa Rosa celebra a data no projeto “Quinta da Casa”\, com o grupo Nariz de Cogumelo em seu “Cabaré Show de Calouros”. O espetáculo de variedades tem como mola propulsora a união de artistas de multilinguagens\, que buscam experimentar o humor e o circo para adultos. Nesta edição especial\, Geovane Nascimento\, Guti Nery\, Igor Epifânio\, Julieta Kapa\, Karol Senna e Maurício Oliveira são os artistas convidados. A apresentação acontece no Teatro Cambará e começa às 20h\, com ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)\, à venda pela Sympla. O espaço tem acessibilidade arquitetônica e a peça terá tradução em Libras. \nFormado por Viviane Abreu\, Luiza Bocca\, Larissa Oliveira\, Laili Flórez\, Diogo Flórez e Pedro Vieira\, o Nariz de Cogumelo é referência na Bahia em palhaçaria feminina e arte de rua. São 18 anos de existência como grupo independente que se autoproduz e desenvolve sua pesquisa através de ações de diferentes configurações. \nO “Cabaré Show de Calouros” é uma celebração da arte\, reunindo um grande elenco\, diverso e talentoso\, que traz à vida números únicos e irreverentes\, inspirados na estética dos clássicos shows de calouros. Uma viagem divertida ao universo dos anos 1980 e aos programas televisivos de habilidades e virtuoses. O erro\, o fracasso e o ridículo são exaltados através da graça da palhaçaria\, a magia do circo se entrelaça com personagens exuberantes e a banda ao vivo surpreende a plateia com músicas emblemáticas\, imprimindo o ritmo e atmosfera do espetáculo. Artistas então revelam suas habilidades mais inesperadas e assim arrancam risos da plateia. Outro ponto de destaque é o diálogo e a interação com o público\, que torce e se emociona junto com o elenco. \nO “Quinta da Casa”\, neste ano de 2025\, foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo\, Prefeitura de Salvador\, e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)\, Ministério da Cultura\, Governo Federal. Lançado em novembro de 2023\, o projeto inclui na agenda regular do Teatro Cambará da Casa Rosa uma diversa programação de espetáculos\, de variadas linguagens artísticas\, que vêm movimentando a capital baiana\, numa iniciativa de difusão do trabalho da nova cena local. Em 2025\, serão 20 edições realizadas\, com programação montada através de seleção pública que contabilizou 194 propostas inscritas\, ofertando a estrutura da Casa Rosa e apoio financeiro para os artistas e grupos participantes. \nQuinta da Casa apresenta:\nNariz de Cogumelo & artistas convidados\n“Cabaré Show de Calouros”\nQuando: 27 de março de 2025 (quinta-feira)\, 20h\nÉ proibida a entrada após o início do espetáculo\nOnde: Teatro Cambará da Casa Rosa\n(Praça Colombo\, 106 – Rio Vermelho – Salvador\, Bahia)\nQuanto: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)\nVendas antecipadas pela Sympla: https://linktr.ee/casarosasalvador\nAcessibilidade: Arquitetura acessível e tradução em Libras\nClassificação indicativa: 18 anos \nMEIA-ENTRADA\nA Casa Rosa cumpre a Lei Federal 12.933/2013\, a Lei Municipal 9.763/2023 e a Lei Estadual 14.765/2024\, que dispõem sobre o benefício do pagamento de meia-entrada.\n>> A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento\n>> A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória\, através de documentos específicos\, regulamentados e insubstituíveis\n>> A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento\n>> Quem adquiriu meia-entrada e não tiver a comprovação devida deverá fazer a complementação do valor para inteira para ter acesso ao evento; isto poderá ser feito no dia do evento\, na bilheteria do local \nOs públicos beneficiados são: \n\nEstudantes: apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE)\nIdosos maiores de 60 anos: apresentar documento de identificação oficial com foto\nPessoas com deficiência: apresentar Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da pessoa com deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos\, junto com documento de identificação oficial com foto\nJovens de baixa renda (pessoas com idade entre 15 e 29 anos que pertencem a família com renda mensal de até dois salários mínimos\, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CADÚNICO): apresentar Carteira de Identidade Jovem emitida pela Secretaria Nacional de Juventude\, junto com documento de identificação oficial com foto\nProfessores\, coordenadores pedagógicos e titulares de cargos do quadro de apoio da rede de ensino da Bahia\, ativos e aposentados: apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de seu município\, pela Secretaria Estadual da Educação\, pelo Ministério da Educação ou holerite do profissional da educação\, emitido pela instituição de ensino\, acompanhado de documento de identificação com foto.
URL:https://casarosasalvador.com.br/evento/quinta-da-casa-nariz-de-cogumelo/
LOCATION:Teatro Cambará
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://casarosasalvador.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Quinta-da-Casa-Nariz-de-Cogumelo-card-1.jpeg
END:VEVENT
END:VCALENDAR